Assembléia de Deus Missão Brasil

domingo, 5 de fevereiro de 2017

CASOS REAIS DE ESQUIZOFRENIA ESPIRITUAL E POSSESSÃO DEMONÍACA


Várias notas e menções de possessões demoníacas podem ser encontradas em todas as culturas e religiões, com a Bíblia mencionando a possessão demoníaca mais de 30 vezes. O que muitos não sabem, são os relatos reais e históricos de alguns casos que ficaram conhecidos no mundo, devido a tamanha repercussão na história. Nesta seleção estão em destaque os casos mais aterrorizantes de possessão demoníaca.

Julia casos mais aterrorizantes de possessão demoníaca
A jovem, conhecida como Julia, tinha sido uma satanista proeminente, parecia ter alguns poderes e habilidades ocultas e psíquicas. Ela concordou em ter sua história publicada, desde que seu nome verdadeiro não fosse revelado e todos os detalhes não fossem mencionados.
Uma das coisas que torna este caso particularmente único, é a qualificação do pesquisador. Richard E. Gallagher, professor Associado de Psiquiatria Clínica da New York Medical College e graduado da Universidade de Princeton. E, estas são apenas algumas de suas credenciais.
Julia, uma mulher caucasiana, um pouco madura, residente nos Estados Unidos, havia consultado-se previamente com o clero local e foi encaminhada a um padre para obter ajuda. Desde o início, Julia estava convencida de que ela estava sendo atacada por um demônio ou o próprio Satanás. Gallagher foi levado para emitir um parecer psiquiátrico e médico.
Em 2008, Dr. Richard E. Gallagher, um psiquiatra revelou um caso de possessão demoníaca de uma paciente conhecida como “Julia”. E algumas das observações que Dr. Gallagher fez sobre Julia são que o tom da voz dela mudaria drasticamente, algumas vezes soando gutural e masculino, enquanto outras vezes soaria muito estridente.
Criada como católica, Julia já não praticava sua fé, mas afirmou que ela sentiu que talvez fosse necessário o rito católico de exorcismo. Ela era uma mulher muito inteligente e foi consistentemente lógica ao longo de sua provação. Gallagher havia determinado que ela estava "em nenhum caminho psicótico".
Na presença de testemunhas, ela iria entrar em um transe que foi quase sempre acompanhado por algum tipo de fenômeno. Ela fez ameaças, obscenidades, insultos e até mesmo frases como: "Me deixa, seu padre imbecil", "Ela é nossa" e "Deixe-a sozinha".
A voz variou de alta frequência para o masculino, mas a maior parte dos comentários de Julia mostravam um profundo desprezo por tudo o que era sagrado ou religioso. Quando ela despertou do transe, afirmou não se lembrar de nada do que havia dito.
Como o caso era tão complexo, uma equipe foi montada para ajudar. Durante telefonemas para organizar o grupo que iria se reunir, as mesmas vozes que ela havia feito durante o transe interrompeu as linhas telefônicas. Novamente, essas vozes estavam dizendo-lhes "Deixe ela em paz", "Ela é nossa" e "Saia de perto dela."
Mesmo quando ela não estava em transe, objetos caiam das prateleiras e ela descrevia acontecimentos que ela não tinha como saber das vidas de pessoas próximas. Muitas vezes, ela revelava detalhes sobre parentes, mortes, doenças e outros detalhes pessoais sobre os membros da equipe, alguns dos quais ela nunca tinha encontrado antes. Ela ainda descreveu a decoração de alguns dos membros das casas da equipe.
Embora o exorcismo tivera começado em um dia quente, a sala rapidamente tornou-se fria. Como Julia começou a fazer ruídos estranhos e falar, alguns dos membros começaram a suar profundamente. Em seguida, um calor insuportável dentro do quarto foi sentido por todos os participantes.
Na primeira tentativa, ela entrou em um transe tranquilo, mas depois as invocações e orações continuaram por um tempo. Várias vozes sons começaram a sair de Julia. Ela fez sons de animais, rosnava alto e falou em várias línguas estrangeiras, incluindo latim e espanhol.
Ela também exibiu uma força tremenda. Em certo ponto, cinco pessoas estavam lutando para segurá-la. Por cerca de meia hora, Julia levitou cerca de seis centímetros no ar. Durante as duas cerimônias realizadas, ela revelou também dados ainda mais alarmantes sobre os membros da equipe e suas famílias.
Ela também mostrou reações diferente quando lhe jogaram água comum e água benta. Quando jogaram água comum sobre ela, ela não mostrou nenhuma reação. Mas, quando a água santa foi usada, Julia gritava de dor.
Um dos fatos mais preocupantes sobre este caso é que, embora os ritos de exorcismo parecessem ajudar Julia, a possessão demoníaca permaneceu sem solução no momento em que a documentação foi liberada. O único conforto é que quando Julia não estava sob o transe como estados, ela era completamente normal e não sofrem de qualquer doença mental. Ela nunca manteve memórias das cerimônias de exorcismo.


Clara Germana Cele casos mais aterrorizantes de possessão demoníaca
Em 1906, Clara Germana Cele, uma garota sul africana, começou a exibir sinais de possessão demoníaca. Ela exibia força sobre humana, e poderia jogar freiras em torno da sala apontando para elas. Um exorcismo de 2 dias expulsou o demônio para fora de seu corpo, com Clara tentando estrangular o padre realizando o ritual várias vezes.
Tudo começou na escola missionária de Marianhill em Umzinto, África do Sul, o Padre Erasmus Horner veio ouvir uma confissão estranha e preocupante de um dos jovens estudantes católicos lá - ela tinha feito um pacto com o Diabo. A estudante era Clara Germana Cele, de 16 anos, conhecida pelas freiras como uma jovem negra, comum, embora um tanto imprevisível, que ficara órfã de seus pais quando criança e frequentava a escola desde os quatro anos de idade. Enquanto a confissão foi rapidamente esquecida, nas semanas seguintes Clara começou a se envolver em comportamento errático - comportamento que se graduou em níveis insanos em 20 de agosto de 1906, quando as irmãs assustadas na escola testemunharam Clara rasgando suas roupas, rosnando como um animal e Conversando com seres aparentemente invisíveis. Em um ponto ela é relatado para ter dito: "Irmã, por favor, ligue para o Padre Erasmus. Devo confessar e contar tudo. Mas rápido, rápido, ou Satanás vai me matar. Ele tem-me em seu poder! Nada abençoado está comigo; Eu joguei fora todas as medalhas que você me deu. "E depois:" Você me traiu. Você me prometeu dias de glória, mas agora me trata com crueldade. "
Os estouros bizarros de Clara continuaram. As freiras relataram que a pele da menina queimava quando polvilhada com água benta, e que ela agiria perturbado e atacar violentamente quando cruzes ou outros objetos sagrados entraram em sua presença, mesmo quando eles estavam escondidos. Ela também teria desenvolvido poderes clarividentes, capazes de descrever detalhes pessoais das vidas de outras pessoas que ela não poderia ter conhecido sobre o contrário. Os relatos de várias freiras também relataram que Clara possuía a habilidade de falar e entender várias línguas estrangeiras diferentes às quais nunca havia sido exposta, incluindo poloneses, alemães, franceses e vários outros. Dizia-se que Clara tinha sido imbuída de força sobre-humana também, facilmente dominando figuras de autoridade na escola quando tentaram refreá-la.
Outra afirmação aparentemente exagerada de muitas testemunhas foi que Clara começou a levitar até cinco pés no ar em uma base regular, suas roupas aderindo a seu corpo como se eles também tivessem conseguido desafiar as leis da gravidade. Alegou-se que somente depois de ser polvilhada com água benta ela poderia ser trazida de volta para baixo, durante o qual ela também temporariamente sair do seu estado possuído. O mais estranho de todos eram as afirmações de que a jovem mulher tinha a capacidade de se transformar em uma espécie de criatura parecida com uma serpente, seu corpo tornando-se tão flexível quanto a borracha como ela deslizou pelo chão. Em um ponto, ela foi dito ter mordido uma freira no braço e deixou marcas de punção como os de uma serpente de presas.
Depois que foi determinado que Clara encontrou os critérios para a possessão demoníaca, seu confessor o padre Horner e um outro padre, Reverend Mansueti, foram cancelados para executar um exorcism na menina. Em 11 de setembro de 1906, o ritual foi realizado, durando desde as primeiras horas da manhã até o meio-dia, e depois pegou novamente às 15h e continuando na noite. Entre outros comportamentos bizarros e violentos, Clara supostamente bateu uma Bíblia Sagrada de uma das mãos dos sacerdotes e tentou estrangulá-lo com sua estola. Na manhã seguinte os ritos foram administrados mais uma vez, com o demônio possuidor supostamente partindo do corpo de Clara depois de dizer aos sacerdotes que ele assinalaria sua saída por um ato de levitação, que ocorreu diante de uma audiência de cerca de 170 pessoas na capela da missão. Os padres então afirmaram que Clara tinha sido limpa da influência do Diabo.
No entanto, em janeiro de 1907 Clara alegou ter feito um outro pacto com o Diabo e outro exorcismo teria sido realizado que durou dois dias. Depois que o demônio partiu pela segunda vez, as testemunhas relataram que o ar se encheu de um cheiro fortemente sujo. Essa foi a última vez que foram relatados distúrbios sobrenaturais no caso de Clara Germana Cele, e não há registro disponível sobre o que aconteceu com ela depois de sua bizarra provação.

Familia Perron casos mais aterrorizantes de possessão demoníaca

A assombração da família Perron começou como qualquer filme de terror, pois a família se mudou para uma casa velha do século 18. E após algumas noites na casa, a mãe, Carolyn, começou a ver o fantasma de uma mulher que tinha se enforcado do teto do quarto deles.
Mas então as coisas ficaram piores quando Carolyn começou a agir de forma estranha, ao falar em uma voz soando demoníaca, e exibia força sobre humana.
Além de entidades fantasmagóricas, os Perron testemunharam muitos outros fenômenos estranhos e inexplicáveis. Camas levitavam alguns centímetros do chão, um aparelho de telefone pairava no ar e caiu bruscamente batendo na base do telefone quando alguém entrou na sala, e vários objetos plainavam pela casa por conta própria. Muitas vezes, cadeiras eram puxadas de repente debaixo de um convidado desavisado e fotografias caiam das paredes. Os Perron relataram ter visto uma vez um sangue alaranjado que vazava de uma parede e dissolvia no nada.

David Berkowitz casos mais aterrorizantes de possessão demoníaca

Por alguns anos em meados da década de 1970, os residentes de Nova York ficaram apavorados com histórias sobre um serial killer desconhecido, comumente referido como Filho de Sam.
Pela época que ele foi finalmente preso, tinha assassinado 6 pessoas e ferido outras 7. Ele foi identificado como David Berkowitz, um homem que confessou todos os crimes, mas alegou que tinha sido recomendado a cometer os assassinatos por um demônio conhecido como Harvey, que possuiu o cão de seu vizinho.

Arne Cheyenne Johnson casos mais aterrorizantes de possessão demoníaca

Foi em 1980, em Connecticut, quando a defesa, representando Arne Cheyenne Johnson, tentou usar a possessão demoníaca como um meio de absolvição. A história por trás disso envolve a possessão de um garoto de 11 anos de idade, chamado David Glatzel, que estava vivendo com Arne Cheyenne Johnson. David começou a exibir sinais de possessão demoníaca.
Ed e Lorraine Warren, acompanhados por um padre, foram trazidos para exorcizar o demônio do garoto. Isto era apenas o começo dos horrores da família, já que o demônio exorcizado então começou a possuir Arne.
Em 16 de fevereiro de 1981, Arne, possuída pela entidade, atacou o senhorio da família, esfaqueando-o várias vezes com uma faca de bolso enquanto rosnava como um animal.

Annelise Michel casos mais aterrorizantes de possessão demoníaca
Em 1973, Anneliese estava sofrendo de depressão e considerando o suicídio. O seu comportamento tornou-se cada vez mais bizarro. Ela andava nua pela casa, fazia suas necessidades em qualquer lugar, rasgava suas roupas, comia insetos como moscas e aranhas, carvão e chegou a lamber sua própria urina.
Tratamento psiquiátrico
Esse comportamento de Anneliese sugeriu que ela estivesse sofrendo com problemas de ordem psiquiátrica. Ela acabou sendo admitida em um hospital psiquiátrico para tratar do problema, mas a saúde de da jovem não melhorou.
A Clínica Psiquiátrica de Würzburg chegou a um diagnóstico: Anneliese padecia de epilepsia associada à esquizofrenia. Inciou-se um tratamento intensivo, que durou um ano. Supostamente recuperada, Anneliese completou o segundo grau. Posteriormente, ingressou na Universidade de Würzburg, iniciando o curso de Pedagogia.
Mas em pouco tempo os problemas retornaram e Anneliese se obrigou a desistir dos estudos.
Como Anneliese havia sido criada segundo as tradições religiosas da fé católica, ela passou a acreditar que seu decadente estado de saúde tinha haver com possessão demoníaca. Nessa época ela passou a ser intolerante a objetos considerados sagrados pela Igreja. Ela simplesmente surtava na presença de crucifixos, o que contribuiu para que sua família também passasse a acreditar na hipótese de possessão demoníaca.
Durante o período em que esteve internada Anneliese teve que tomar uma grande quantidade de medicamentos como antipsicóticos e anticonvulsivantes. Em novembro de 1973, Anneliese iniciou o tratamento com Tegretol (carbamazepina), que é uma droga antiepiléptica. Anneliese tomou o medicamento com frequência, até pouco antes de sua morte.
Annelise continuava falando sobre o que ela chamou de "faces do diabo", vistas por ela durante vários momentos do dia. Ela estava completamente convencida de que a medicina convencional era de nenhuma ajuda, ela acabou pedindo ajuda para a Igreja.
Nessa época Annelise passou a se tornar muito agressiva, eram freqüentes os casos em que ela agredia membros de sua família.
O ritual de Exorcismo
Anneliese fez uma peregrinação a San Damiano com um bom amigo da família, Thea Hein, que regularmente organizava peregrinações para "lugares santos" não reconhecidos oficialmente pela Igreja Católica. Anneliese era incapaz de passar por um crucifixo e se recusava beber a água de uma nascente considerada sagrada, isso fez com que seu acompanhante passasse a acreditar que ela estivesse realmente possuída.
Anneliese e sua família consultaram vários sacerdotes pedindo para que realizassem uma cerimônia de exorcismo. Inicialmente os padres se recusaram a considerar tal alternativa, recomendando a jovem que voltasse a procurar ajuda da medicina e assim continuar o seu tratamento. Os padres consultados informaram Anneliese e seus parentes de que para realizar um ritual de exorcismo era necessária a aprovação do Bispo, e para isso uma investigação teria que ser realizada, o que poderia demorar um certo tempo.
A família Michel não desistiu de procurar ajuda religiosa, e em 1974 eles conheceram o vigário Ernst Alt, que assim que viu Anneliese declarou que ela não “parecia uma epilética”. Alt acreditava que Anneliese estivesse sob efeito de forças demoníacas, tal como ela e sua família acreditavam. Alt pediu ao bispo Josef Stangl para que ele permitisse a realização do ritual de exorcismo em Anneliese Michel.
Em setembro de 1975 o bispo Stangl autorizou que o exorcismo fosse realizado. O padre Renz foi designado para conduzir a cerimônia de acordo com o Rituale Romanum. Renz realizara a primeira sessão em 24 de setembro.
Arnold Renz e o Ernst Alt
Convencidos que Anneliese estava possuída, ela e sua família decidiram interromper o tratamento com os remédios que os médicos receitaram. Nesse momento o bem estar de Anneliese estava todo depositado nas mãos dos padres.
Por 10 meses entre os anos de 1975 e 1976 Anneliese foi submetida a sessenta e sete sessões de exorcismos. Eram realizadas uma ou duas sessões por semana, e cada sessão podia durar até quatro horas.
Durante as sessões de exorcismo os padres Ernest e Arnold lutaram contra entidades que assumiam a identidade de Lúcifer, Caim, Judas, Nero, Adolf Hitler e Fleischmann, um bruxo do século XVI. Durante as sessões, Anneliese, muitas vezes, “tinha que ser segurada por até três homens ou, em algumas ocasiões, acorrentada”. Argumenta-se que ela “lesionou seriamente os joelhos em virtude das genuflexões compulsivas que realizava durante o exorcismo, aproximadamente quatrocentas em cada sessão”.
Anneliese teria relatado um sonho no qual havia conversado com a Virgem Maria. A mãe de Jesus teria proposto, à jovem, a seguinte escolha: liberar-se, em proveito próprio, do terrível jugo demoníaco, ou continuar imersa no doloroso martírio, mas em nome da fé cristã. A segunda alternativa seduziu a jovem estudante: ela seria um exemplo público de que os demônios existem e de que exercem os seus nefandos poderes no plano terrestre. Argumenta-se que “Anneliese optou pelo martírio voluntário, alegando que seu exemplo enquanto possessa serviria de aviso a toda a humanidade de que o demônio existe e que nos ronda a todos, e que trabalhar pela própria salvação deve ser uma meta sempre presente. Ela afirmava que muitas pessoas diziam que Deus está morto, que haviam perdido a fé, então ela, com seu exemplo, lhes mostraria que o demônio age, e independe da fé das pessoas para isso.”
Anneliese predissera quando se daria a sua libertação: 1 de julho de 1976.
Morte de Anneliese Michel
Em 1 de julho de 1976, Anneliese morreu durante o sono. O relatório da autópsia indicou a causa da morte foi desnutrição e desidratação de quase um ano de semi-inanição, enquanto os rituais de exorcismo eram realizados.

Ronald Doe casos mais aterrorizantes de possessão demoníaca


A historia de Roland Doe é uma das histórias mais notórias de possessão demoníaca. Na verdade, Roland Doe não é seu nome verdadeiro; é um pseudônimo atribuído a ele pela Igreja Católica, a fim de preservar a privacidade do menino que na época tinha 13 anos.
No final de 1940, sua tia chamada Tillie, o encorajou a usar um tabuleiro Ouija. Muitos especulam que depois de sua morte o rapaz tentou entrar em contato com sua tia com o tabuleiro Ouija, um ato que abriu a porta para os demônios que desejavam possuí-lo.
A posse começou com sons estranhos, como a água gotejando, que ninguém conseguiu identificar. Eventualmente, artefatos religiosos começaram a tremer e voar fora das paredes, e os passos inexplicáveis e ruídos podiam ser ouvidos ao redor da casa. Arranhões começaram a aparecer no corpo do menino, incluindo palavras que pareciam ter sido esculpidas em sua carne por garras invisíveis. O menino falava em línguas em voz gutural e levitava no ar, com seu corpo contorcido de dor.
Sua família contratou um padre católico, que determinou que o rapaz estava possuído por espíritos malignos e precisava de um exorcismo. O ritual de exorcismo foi realizado mais de trinta vezes, com o menino ferindo o sacerdote muitas vezes por toda parte.
Numa ocasião, Roland explodiu numa raiva tal que atingiu um dos sacerdotes com tanta força que lhe partiu o nariz. O exorcista Bowdern começou a recitar o Ritual Romano do Exorcismo Cristão uma e outra vez: ‘Eu livro-me de ti, ó espírito impuro, junto com a menor invasão do ímpio inimigo, de todos os fantasmas e da legião diabólica. Em nome do Nosso Senhor Jesus Cristo, sai e desaparece desta criatura de Deus’. Depois de horas a recitar orações, o exorcista Bowdern e os companheiros ficaram alarmados quando Roland se sentou completamente direito e anunciou, numa voz troante, ser o ‘Arcanjo Miguel’ e ordenou ao demônio que abandonasse Roland. O rapaz retorceu-se e distorceu o seu corpo em posições obscuras até que, finalmente, se quedou. Então, sentou-se de novo e falou com a sua voz normal, declarando a todos os aliviados assistentes que tinha acabado de ter uma visão de São Miguel segurando uma espada flamejante.
Quando, finalmente, o rito foi bem-sucedido, o hospital inteiro ouviu gritos de angústia bestial da corça e relataram um odor sulfúrico horrível pairando no ar.

Anna Ecklund casos mais aterrorizantes de possessão demoníaca

Quando ela tinha apenas quatorze anos de idade, uma garota de Earling, Iowa chamada Anna Ecklund começou a mostrar sinais de possessão demoníaca. A menina tinha sido criada uma devota católica, no entanto seu pai e tia, que praticava feitiçaria, supostamente amaldiçoou a menina rotineiramente e usou ervas para manchar sua comida. Logo, ela não podia tolerar artefatos religiosos, tornou-se sexualmente depravada, e não podia entrar em uma igreja. Em 1912, a menina sofreu um exorcismo de sucesso, mas depois de ser "curada" de sua posse, seu pai e tia oraram a Satanás para que ela sofresse ainda mais, e dentro de um ano a menina havia se tornado possuída por várias entidades, muitas das quais São os mesmos espíritos que possuíam Annaliese Michel.
Em 1928, Ecklund novamente procurou ajuda da igreja. Ela foi colocada em um convento onde seu exorcismo teria lugar, eo comportamento da menina piorou enquanto no cuidado das freiras. Quando as freiras abençoavam sua comida antes de entrar em seu quarto, Ecklund podia sentir a bênção. Ela assobiava para as freiras e jogava a comida no chão. Ela toleraria um alimento que não fora abençoado. Testemunhas testemunharam ao ver a menina falar e entender línguas estrangeiras que nunca tinha ouvido antes. Eles também alegaram que ela desafiava a gravidade levitando e apegando-se à parede. A garota era clarividente e, muitas vezes, vomitava e cuspia nos sacerdotes. Seus olhos inchados e seu corpo estava tão inchado e pesado que quase quebrou a cama de ferro sobre a qual ela estava deitada.
Após vinte e três dias e três rituais completos de exorcismo, os clérigos finalmente a declararam livre dos demônios que a possuíram.

SHALOM ADONAY

JOSÉ ALFINYAHU
Professor, Th.M em bíblia e Th.D em Teologia Sistematica.

          
      Oração para libertação e felicidade





        Oração contra feitiços e bruxaria





  Artigos relacionados:


A ESQUIZOFRENIA E A OPRESSÃO ESPIRITUAL




Declaração de Direitos Autorais
O conteúdo em nosso site é produzido por Escola Teológica para Profetas, e pertence por direito ao autor, publicador e/ETP.org. Se você gostou desse artigo, encorajamos você a distribuí-lo, desde que concorde com a política de copyright de ETP.org. e inclua essa nota.


CURTA NOSSA PAGINA NO FACEBOOK:
  





CURSO FORMAÇÃO TEOLÓGICA

Você pode ajudar 
adquirindo nossos cursos

Adquirindo nos cursos você já contribui para continuação desse trabalho de divulgação da palavra de Deus e manutenção de nossos projetos sociais que visa reintegrar na sociedade aqueles que estão excluídos pela extrema pobreza.  

       Nossos Cursos foram desenvolvidos através do Moderno Método de Ensino Open University, Utilizado nas mais conceituadas universidades internacionais, onde os alunos estudam as matérias conforme sua necessidade, prioridade e disponibilidade.

             O Curso é GRÁTIS, sem mensalidades, você paga apenas uma TAXA de manutenção é pode parcelar no cartão de 10 vezes sem juros. Assim, que recebemos a notificação do seu pagamento enviaremos o curso completo, junto com a ficha de inscrição. O material chega pra você de imediato no seu Email. O acompanhamento será pela internet, tiraremos todas suas dúvidas.







DOAÇÃO VIA INTERNET

Caso queira fazer doação de qualquer valor para nos ajudar, via internet, utilizando cartões de crédito, débito o boleto bancário, clique no botão de “doação” abaixo. Utilizamos os serviços do PagSeguro Uol. É rápido e seguro.

AO DOAR GANHE UM BRINDE

         OBRIGADO por Ajudar nosso TRABALHO Social. SUA DOAÇÃO ajudará MUITAS PESSOAS SEREM Alcançadas e SOCORRIDAS. Ao DOAR qualquer valor VOCÊ GANHA TOTALMENTE GRÁTIS à ENCICLOPÉDIA DE BÍBLIA, TEOLOGIA E FILOSOFIA: 
6 VOLUMES de Russell Norman Champlin. Em mídia digital
Que enviaremos para seu E-mail assim que com firmamos sua doação.


PARTICIPE e GANHE!

PARA CONTRIBUIR COM QUALQUER VALOR CLIQUE EM DOAR 
AQUI EM BAIXO





OBRIGADO PELA SUA DOAÇÃO. 

 QUE O ETERNO TE ABENÇOE.

 SHALOM ADONAY



segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

A DOUTRINA DO DÍZIMO

Ofertando a Deus o que é de Deus













Este estudo é baseado no livro JESUS E A DOUTRINA DO DIZÍMO E OFERTAS - José Alfinyahu. Sendo proibida a reprodução sem a devida autorização do autor.



Definição do termo Dízimo

A palavra hebraica para “dízimo” (ma’aser) significa literalmente “a décima parte”.
No âmago do dízimo, achava-se a ideia de que Deus é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado.
Há quem pense que dízimo seja um costume e como tal seu uso não deveria existir na igreja.
Como sabemos doutrina das Escrituras Sagradas são definida como as verdades fundamentais da Bíblia dispostas de forma INALTERÁVEL, pois a Palavra de Deus não se modifica de acordo com o tempo ou de acordo com as circunstâncias. Mt 24.35; Mc 13.31; Lc 21.33.
Costumes por sua vez são uso, hábito ou prática geralmente observada, fazem parte da identidade de uma instituição ou um povo sem uma obrigatoriedade definida.
Assim sendo podemos dizer que: a doutrina é divina o costume é humano, a doutrina é geral o costume é local, a doutrina é imutável o costume é temporário.
O dízimo é uma doutrina porque é ensinada na Bíblia, foi aprovado e exigido pelo próprio Deus através de seus Profetas, e é observada por todos que amam e adoram a Deus.
O ensino da doutrina do dízimo está na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29).

O dízimo está acima da Lei
A pergunta que mais ouço como pastor é: Jesus pagava o dizimo? Sempre respondo; em vida aqui na terra, ele tinha a carpintaria dele, e assim como ele foi fazer a oferta no templo quando era jovem, assim também ele quando adulto, era um bom dizimista e um bom ofertante porque além de tudo era judeu, que são fiéis a Deus.
E no livro de Mateus cap. 23 vers. 23 ele nos ORDENA  A DIZIMAR quando diz:

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém fazer estas coisas, a justiça, a misericórdia e a fé, sem omitir aquelas ou seja, dar o dízimo da hortelã, do endro e do cominho. Jesus esta dizendo que eles tinham que dar o dízimo das mínimas coisas para ajudar a obra de Deus, mas não podiam esquecer aquelas outras que eram para ajudar também as pessoas necessitadas.
O que a Bíblia ensina sobre a doutrina do dízimo? O Dízimo seria uma lei moral ou cerimonial? Para quem deve ser entregue e como deve ser aplicado o dízimo? Foi pensando nessas questões que elaboramos este estudo. É através desta doutrina que veremos  que o dízimo sempre esteve relacionado ao sacerdócio e teve finalidades diferentes em momentos diferentes da história. As finalidades para o dízimo foram determinadas em função da estrutura social e do tipo de administração religiosa de cada época.
Antes de continuar surge uma questão: A graça vai além da lei: porque só nesta questão do dízimo, ela ficaria aquém da lei?
O Dízimo está antes da Lei. 2.000 anos antes de Cristo e 700 anos antes da Lei. Abraão, o patriarca, pagou o Dízimo de tudo ao sacerdote Melquisedeque, rei de Salém, rei da Justiça. Hebreus 7:1/2; Gênesis 14:18/20.
O Dízimo está na lei de Deus. 1.300 anos antes de Cristo. Deus ordenou que seus filhos trouxessem o Dízimo, oferta alçada, oferta voluntária, holocaustos e outros votos, ao lugar de culto. Deuteronômio 12:5-6, Deuteronômio 12:11; Deuteronômio 14:22.
Existe uma passagem em Gênesis 14.20 que diz: E de tudo lhe deu Abrão o dízimo e, é usada para defender a prática do dízimo como acima da lei. Eis o argumento: Abrão deu o dízimo a Melquisedeque, rei de Salém, antes da Lei ser estabelecida. Logo o dízimo é antes da Lei. Portanto o dízimo perdura após o fim da Lei.
Segundo a bíblia: Esse Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, encontrou-se com Abraão quando este voltava, depois de derrotar os reis, e o abençoou; e Abraão lhe deu o dízimo de tudo. Em primeiro lugar, seu nome significa "rei de justiça"; depois, "rei de Salém" quer dizer "rei de paz". Sem pai, sem mãe, sem genealogia, sem princípio de dias nem fim de vida, feito semelhante ao Filho de Deus, ele permanece sacerdote para sempre.
Considerem a grandeza desse homem: até mesmo o patriarca Abraão lhe deu o dízimo dos despojos! A lei requer dos sacerdotes dentre os descendentes de Levi que recebam o dízimo do povo, isto é, dos seus irmãos, embora estes sejam descendentes de Abraão. Este homem, porém, que não pertencia à linhagem de Levi, recebeu os dízimos de Abraão e abençoou aquele que tinha as promessas. Hebreus 7:1-6.
É um fato que Abraão deu o seu dízimo, e, deu aquém não era da tribo de Levi. Abraão o fez como ato de fé, com essa sua atitude ele reconhecia que sua vida bem como toda terra era propriedade oficial do Senhor, e todos os benefícios concedidos vinham do Criador. Abraão recebeu uma bênção e em seguida deu o dízimo, e aparentemente fez isto por um costume da sociedade, e se, era costume podemos entender que tal costume era um mandamento divino. A atitude de Abraão foi um ato voluntário e envolvia com certeza mais do que dinheiro. Era sua atitude de fé em crer que Deus era seu provedor, sustentador e que o livrará de todo mal.
Abraão recebeu uma bênção e em seguida deu o dízimo como prova de seu amor e fé.
Podemos também, citar o exemplo de Jacó em dizimar. E o fez como promessa baseada na sua fé. Como está escrito: E esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo. Gênesis 28:22. É certo que as escrituras não esclarecem se Jacó de fato o cumpriu. Porém, não nos dar motivo para duvidar.  

De qualquer maneira, estes dois exemplos esclarecem que o dízimo já existia antes da lei e como sempre era um ato voluntário de fé em Deus.  
Como podemos observar esses registros nos mostrar que os tais dízimos eram dados em bens e lucros. Validando assim, o dizimar sobre os seus lucros como foi no caso de Abraão e Jacó. Os que procuram tornar o dízimo estritamente baseado num sistema agrário (terra), dentro de um governo teocrático e uma sociedade agrícola. Estão errados! Porque, como podemos observar esse não foi o caso de Abraão e Jacó que dizimaram antes de existir a lei e dizimaram para sacerdotes que não eram da tribo de Levi. Afinal, Jacó e Abraão existiram antes da tribo de Levi.
O que podemos dizer é que, quer queiram ou não, o dízimo estritamente baseado em bens e lucros (dinheiro), É obrigatório e rotineiro, pelo fato de ter existido antes da lei como vermos na vida de Abraão e Jacó. Podemos afirmar que o dízimo tem tanta importância que foi ordenado muito antes dos Dez Mandamentos, e se era importante antes da Lei, e foi também durante a Lei, por que não seria também depois da Lei? Podemos ver o quanto o dízimo e sua pratica é importante no fato de que o próprio Deus nos convida a fazermos prova com Ele exatamente na parte financeira dos nossos ganhamos. Certamente está é a parte mais difícil para muitos. Como está escrito: Trazei todos os dízimos à CASA DO TESOURO, para que haja MANTIMENTO na Minha Casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes. Malaquias 3:10. Assim sendo, podemos dizer que, o ato de dizimar SEMPRE foi feito para honrar a Deus.
O dízimo é anterior à lei e não foi revogado por Jesus
Há muitas pessoas que creem que o dízimo não é mais um encargo sobre os crentes porque é um mandamento do Antigo Testamento que não está especificamente repetido no Novo Testamento.
Eles tentam invalidar a passagem de Gênesis 14.20 que é usada para defender a idéia de que o dízimo e superior a lei. Para isso eles usam o argumento que Deus fez uma aliança com Abraão e sua descendência através da circuncisão.
7 E estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações, por aliança perpétua, para te ser a ti por Deus, e à tua descendência depois de ti.
9 Disse mais Deus a Abraão: Tu, porém, guardarás a minha aliança, tu, e a tua descendência depois de ti, nas suas gerações.
10 Esta é a minha aliança, que guardareis entre mim e vós, e a tua descendência depois de ti: Que todo o homem entre vós será circuncidado.
11 E circuncidareis a carne do vosso prepúcio; e isto será por sinal da aliança entre mim e vós.
12 O filho de oito dias, pois, será circuncidado, todo o homem nas vossas gerações; o nascido na casa, e o comprado por dinheiro a qualquer estrangeiro, que não for da tua descendência.
13 Com efeito será circuncidado o nascido em tua casa, e o comprado por teu dinheiro; e estará a minha aliança na vossa carne por aliança perpétua.
14 E o homem incircunciso, cuja carne do prepúcio não estiver circuncidada, aquela alma será extirpada do seu povo; quebrou a minha aliança. Gênesis 17:7-14.
Porém, esse argumento é fraco e inútil pelo fato do pacto da circuncisão ainda ser válido. Mas, para os descendentes de Abraão, os israelitas. No Novo Testamento, a palavra circuncisão também era usada para apontar para aqueles que eram Israelitas. Atos 10:45. O termo, porém, ganha um significado mais profundo nas cartas de Paulo, onde ele introduz o conceito de “circuncisão do coração”, que significa uma conversão genuína, baseada na fé e na obediência a Jesus Cristo. Deus não requer mais de nós, os não Judeus,  um sinal feito na carne, mas sim um sinal feito no nosso coração.
Já a Prática do dízimo é defendida pela nova aliança na pessoa de Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo que é a figura do Filho de Deus para quem devemos pela fé dar nossos dízimos e ofertas para continuação de Sua obra na terra.
Embora o dízimo fosse parte do pacto de Israel no Antigo Testamento, não creio que tudo que Deus exige de seu povo no Antigo Testamento esteja cancelado, principalmente se o Novo Testamento silencia a respeito. Isto porque, se o dízimo foi cancelado deveríamos ter um ensino explícito no Novo Testamento afirmando que o dízimo não está mais em vigor. O dízimo era uma responsabilidade central na economia da velha aliança, e teria sido transportado, principalmente quando entendemos que a comunidade da nova aliança foi estabelecida principalmente entre judeus, que continuariam a praticá-lo, a não ser que lhes dissessem que o dizimo não era mais necessário. Eu diria que na ausência de uma palavra de repúdio, o dízimo continua válido no Novo Testamento.
Quando Jesus estava na terra, e a nova aliança ainda não tinha sido estabelecida, ele elogiou os fariseus por seus dízimos. Eles dizimavam a hortelã e o cominho, o que significa que eles dizimavam até as menores coisas. A maioria dos dízimos no Antigo Testamento era paga com bens da agricultura ou do rebanho, porque os Israelitas eram uma sociedade agrária. Mas os fariseus eram tão escrupulosos a respeito de dar os dez por cento a Deus que, se plantavam um pouco de salsa no quintal, eles dizimavam isso também. É como se você achasse dez centavos no chão e fizesse questão de entregar um centavo a Deus. Jesus disse que esses homens eram tão escrupulosos que pagavam até o último centavo, e Jesus os cumprimentou por isso. Lucas 11.42.

Base Teológica para o Dízimo

No Antigo Testamento
A problemática começa quando alguns teólogos dizem: o Antigo Testamento foi abolido. Sabemos porém, que Deus deu por herança aos levitas os dízimos de Israel, em vez da terra. Josué 13:14; Deuteronômio 10:6-9; 18:1-5, Números 18:21-24. Também compreendemos que o dízimo foi instituído antes da lei. O ato de dizimar era tão sagrado e comum que os próprios levitas davam os dízimos dos seus dízimos e ofertas aos sacerdotes. Neemias 10:38, Números 18. Assim, entendemos que o dízimo era algo muito sério e sagrado.
Há vários versículos que dão validade ao dízimo no Antigo Testamento, para não fica demais cansativo destaco o seguinte:
Certamente darás os dízimos de todo o fruto da tua semente, que cada ano se recolher do campo.
E, perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher para ali fazer habitar o seu nome, comerás os dízimos do teu grão, do teu mosto e do teu azeite, e os primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas; para que aprendas a temer ao Senhor teu Deus todos os dias.
E quando o caminho te for tão comprido que os não possas levar, por estar longe de ti o lugar que escolher o Senhor teu Deus para ali pôr o seu nome, quando o Senhor teu Deus te tiver abençoado;
Então vende-os, e ata o dinheiro na tua mão, e vai ao lugar que escolher o Senhor teu Deus;
E aquele dinheiro darás por tudo o que deseja a tua alma, por vacas, e por ovelhas, e por vinho, e por bebida forte, e por tudo o que te pedir a tua alma; come-o ali perante o Senhor teu Deus, e alegra-te, tu e a tua casa;
Porém não desampararás o levita que está dentro das tuas portas; pois não tem parte nem herança contigo.
Ao fim de três anos tirarás todos os dízimos da tua colheita no mesmo ano, e os recolherás dentro das tuas portas;
Então virá o levita (pois nem parte nem herança tem contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda a obra que as tuas mãos fizerem.
Deuteronômio 14:22-29
Na lei, havia uma exceção para se converter o dízimo em dinheiro. Nessa antiga exceção, poder-se-ia vender o dízimo da produção da terra em circunstâncias específicas, para se gastar o dinheiro no que se desejasse, contanto que isso fosse compartilhado com o sacerdote, no caso o levita local. Deuteronômio 14:24-27.

No Novo Testamento
No Novo Testamento não existe uma passagem Bíblica que mande devolver o dízimo; mas há passagens que confirmam. Não há nada no Novo Testamento que rejeite a prática do dízimo. Como vimos anteriormente, não foi preciso repetir de modo direto este mandamento porque era uma prática tão comum que não necessitava de lembrar as pessoas.

Alguns textos que mencionam o dízimo no Novo Testamento:
Lucas 18:12: “Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho”.
Neste contexto, Jesus condenou a justiça própria dos fariseus e não o ato de devolver o dízimo. Os fariseus usavam o dízimo como meio de adquirir a misericórdia de Deus.

Mateus 23:23 – Lucas 11:42.
“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!” (Mateus 23:23).

“Mas ai de vós, fariseus! Porque dais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as hortaliças e desprezais a justiça e o amor de Deus; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas” (Lucas 11:42).

Jesus não disse aos fariseus para não dar o dízimo; Ele disse que eles deveriam “fazer estas coisas sem omitir aquelas”, praticar a justiça, a misericórdia e a fé juntamente com devolução do dízimo. Jesus de modo claro confirmou a validade da prática de devolver o dízimo. Esta prática só terá valor se exercermos um bom caráter e nos lembrarmos de ajudar aos órfãos e necessitados. Devolver o dízimo sem demonstrar misericórdia para com o semelhante não é frutífero para a vida do cristão.

1 Coríntios 9:13-14.
“Não sabeis vós que os que prestam serviços sagrados do próprio templo se alimentam? E quem serve ao altar do altar tira o seu sustento? Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho”. 1 Coríntios 9:13-14. Aqui Paulo traça um paralelo entre os levitas do Antigo Testamento e os obreiros do Novo Testamento, e implicitamente endossa a prática do dízimo. O Dízimo é designado por Deus para a pregação do evangelho. Se não fosse o sistema de dízimos, não teríamos pastores e obreiros de dedicação exclusiva à pregação do evangelho, presidindo e conduzindo a igreja a cumprir a missão deixada por Cristo de ir e pregar o evangelho a toda gente, de todas as nações, tribos e línguas (Mateus 28:19, 20). É graças ao sistema de dízimos que a igreja pode fornecer cursos Bíblicos gratuitos às pessoas e outros materiais. Muitos não teriam conhecido as boas novas da salvação se não fosse o ato liberal e desprendido dos irmãos em separar o dízimo. Jesus nunca condenou o dízimo, mas o seu mau uso.
No Novo Testamento, não há nova regra para o dízimo. Jesus não condenou nem ab-rogou essa prática; apenas criticou o comportamento hipócrita dos religiosos que davam dízimo para se autopromoverem, sonegando o mais importante da Lei: o juízo, a misericórdia e a fé Mateus 23.23.
O cristão que entrega o dízimo demonstra ter visão espiritual, fé nas promessas de Deus, compromisso com a igreja, com sua liderança e com a causa do evangelho, e será ricamente abençoado pelo Senhor.
Quando o Novo Testamento se refere a dar, fala em dar da sua abundância e do espírito de gratidão do seu coração. Sempre que as duas alianças ou pactos são comparados, particularmente no livro de Hebreus, somos ensinados que o Novo Testamento é uma aliança muito mais rica. Os benefícios que recebemos como cristãos, excedem em muitos os benefícios que o povo da velha aliança gozava. Mas também se segue que as responsabilidades do povo do Novo Testamento também excedem as responsabilidades do povo do Antigo Testamento.

Além do exemplo dos Israelitas doando dinheiro para o Templo, há exemplos de doações no Novo Testamento que podem ser usados para sustentar a doutrina do dízimo. Romanos 15:27 diz:  “Isto lhes pareceu bem, e mesmo lhes são devedores; porque, se os gentios têm sido participantes dos valores espirituais dos Judeus, devem também servi-los com bens materiais.” Este versículo essencialmente diz que os crentes não Judeus devem ser tão gratos pela bênção espiritual de conhecer o Messias Judeu que deveriam ser motivados a “devolver” financeiramente esta benção aos pobres entre o povo Judeu.  1 Coríntios 16:1-2 diz: “Quanto à coleta para os santos, fazei vós também como ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que não se façam coletas quando eu for.” Estes dois exemplos lidam com o mesmo contexto em que Paulo estava levantando dinheiro de suas congregações para ajudar os pobres em Jerusalém.
Com base nestes versos, podemos até dizer que o dízimo nos moldes que nós temos no Antigo Testamento não é mais aplicável nos nossos dias como forma agraria e cerimonial. No Novo Testamento nós temos as ofertas voluntárias para sustentar a obra de Deus além o dízimo como foi praticado por Abraão e Jacó que dizimaram os seus lucros.
A Epístola aos Hebreus, principalmente os capítulos 9 e 10, deixa bastante claro que todas as cerimônias do Antigo Testamento foram abolidas com a vinda de Cristo, pois elas apenas tipificavam Aquele que viria, eram sombras da realidade que é Cristo. Além dessa epístola, Paulo fala constantemente sobre a abolição das cerimônias do Antigo Testamento no Novo Testamento, como em Gl.4.8-11, Cl.2.8-23, . Assim, a questão é determinar se o dízimo fazia parte da lei cerimonial ou da lei moral. A lei moral é permanente (Mt.5.17-18) e a cerimonial, como sabemos, é transitória. Assim, dependendo de onde o dízimo se encaixa, ele é válido ou não para os dias de hoje. Quando analisamos o Antigo Testamento percebemos que o dízimo estava totalmente amarrado ao sistema do sacrifício daquele tempo, e havia vários tipos de dízimo como cerimonial. Lv 27.32; Nm 18.21-28; Dt 12.6-17; 14.22-28; 26.12.
Porém, a doutrina do dízimo faz parte da lei moral! Porque, o não pagamento do dízimo é tido como roubo. Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Ml.3.9.
É exatamente por isso que Jesus disse que não veio anular a lei, mas cumprir. Se Cristo tivesse anulado a lei moral Ele também teria anulado de uma vez por todas o pecado e por sua vez o dízimo que está relacionado com a lei moral e não cerimonial.
Deus não invoca a transgressão de uma lei cerimonial. Ele afirma que o povo estava incorrendo em pecado de roubo. Isso é inegavelmente uma questão moral. O Senhor aponta que o povo estava retendo o que lhe pertencia. Reter o que pertence à alguém é uma transgressão do oitavo mandamento, que diz claramente: “Não furtarás” (Ex.20.15). Nunca vi ninguém defender a abolição ou extinção desse princípio na Nova Aliança. Há sim, mandamentos cerimoniais regulando a forma como o dízimo deveria ser praticado no contexto do antigo Israel. São essas ordenanças que não tem força de lei, embora tenham valor didático para a igreja. A extinção da forma não significa extinção do princípio.
O princípio do dizimo traz consigo muito mais do que a manutenção das práticas religiosas da velha aliança. Dizimar é reconhecer a propriedade divina, por isso Deus se considera roubado, pela retenção de tais recursos por parte do povo. Quando dizimamos estamos na verdade dizendo: Pai, tudo vem de ti, pois tudo é teu e do muito que o Senhor nos dá, devolvemos um pouco do que te pertence. Tal reconhecimento é demonstração de gratidão e fé.
O dízimo tem tanta importância que foi ordenado muito antes dos Dez Mandamentos, e se era importante antes da Lei, e foi também durante a Lei, por que não seria também depois da Lei? Podemos ver o quanto ele é importante pelo fato de que o próprio Deus nos convida a fazermos prova com Ele exatamente na parte financeira.
Dito isso, é importante mencionar que, atualmente, muitos “cristãos” estão prontos para negar a validade do dízimo para os nossos dias, não porque querem dar mais, mas porque querem dar menos, ou até mesmo nada. Para esses eu digo que quem supostamente se converteu ao Senhor, mas não converteu o seu bolso, deve reavaliar sua conversão. O cristão reconhece que não apenas 10% do seu salário pertencem ao Senhor, mas todos os seus bens. Assim, o verdadeiro cristão faz planejamentos financeiros para não gastar em coisas supérfluas, a fim de poder contribuir com o máximo possível para o Reino de Deus, voluntariamente. O verdadeiro cristão não busca viver uma vida de luxo, pois seu deus não é o dinheiro, e sim o Senhor, a quem Ele coloca em primeiro lugar.
Tomemos como exemplo a contribuição da igreja primitiva. A viúva no templo deu tudo o que tinha (Lc.21.1-4). Os primeiros cristãos vendiam propriedades e depositavam todo o valor aos pés dos apóstolos (At.4.34-37). Os pobres da Macedônia contribuíram acima de suas posses (II Co.8.1-3). Esse é o padrão que o cristão deve seguir.
Devemos também lembrar que os pastores que Deus designou para pastorearam o rebanho precisam de sustento, sendo responsabilidade da igreja provê-lo. 1Co 9.3-14; . Portanto, as ofertas voluntárias também são usadas para compor o salário do pastor, provendo os recursos materiais necessários para que ele continue anunciando o Evangelho.

Por último, devemos analisar o dízimo no aspecto teológico que se exprime a convicção que tudo aquilo que se possuiu é fruto da bondade divina. Nessa linha deve ser lido o texto de Lucas 18,9-14, onde Jesus conta uma parábola que fala do dízimo praticado pelos fariseus no tempo de Jesus, que era meramente uma prática, sem nenhuma espiritualidade. O dízimo em si não é importante, mas significa uma das expressões possíveis do reconhecimento da existência de Deus nas nossas vidas. Além do mais Jesus nos ensina que o fundamental da Lei transmitida no Antigo Testamento é a Justiça, a misericórdia e a fidelidade.
Há quem diga que a expiação pelo Sangue de Jesus está acima do dízimo, porque o dízimo não salva ninguém. Podemos, concordar em partes, porque o dizimo não salva, entretanto a falta de devolver o dízimo nos condena e qualifica quem retém o dízimo como ladrão.
Pense comigo: A expiação é feita pelo sangue e não pelo Dízimo, isto é um fato. Porém, a falta da pratica do dízimo leva o crente cair no pecado de roubo. Como está escrito: Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda. Malaquias 3:8-9.
O roubo descrito por Malaquias não consistia em tomar alguma coisa de Deus, como se ele precisasse dos frutos do trabalho dos homens, e sim de segurar algo que pertence a Deus e a sua igreja. Pode um ser humano roubar algo de Deus? No entanto estais me roubando! E ainda ousam questionar: ‘Como é que te roubamos?’ Ora, nos dízimos e nas ofertas! Estais debaixo de grande maldição, porquanto me roubais; a nação toda está me roubando.
Assim sendo, temos que ter em mente que a nossa principal motivação ao devolver o dízimo não é conseguir bênçãos materiais de Deus, mas expressar gratidão e adoração pelas dádivas recebidas devolvendo aquilo que pertence a Deus.
A bíblia diz: nem ladrões, nem avarentos, nem viciados em álcool ou outras drogas, nem caluniadores, nem estelionatários herdarão o Reino de Deus. 1 Coríntios 6:10.
Um ladrão sofisticado é aquele que é esperto o bastante para não ser preso. A pessoa que rouba a Deus pode se considerar sofisticada. Pode, pela esperteza, esconder sua desobediência e seu egoísmo dos outros e sair ileso. Como sabemos, não há um crime perfeito porque Deus sabe e vê todas as coisas, e Deus não se agrada daqueles que roubam a ele.
Os dízimos e as ofertas servem para tirar o egoísmo do nosso coração e nos ajudam a colocar nossa confiança não no dinheiro, mas em Deus (Lucas 12:15). Como resultado desse relacionamento de confiança, teremos mais sabedoria para administrar os 90% restantes, pois adquirimos uma perspectiva correta da nossa escala de valores, sabendo, assim, diferenciar o que é realmente essencial daquilo que é supérfluo. Também saberemos usar as coisas e amar as pessoas, jamais o contrário.
Podemos dizer que a expiação e dízimo andam juntos enquanto vivermos. O ladrão da cruz não precisou devolver o dízimo porque já estava no fim a sua vida. Mas, se ele fosse viver com certeza devolveria o dízimo e daria ofertas em gratidão a Deus pela sua vida e perdão de seus pecados.

O Dízimo é o segundo mandamento com promessa
Deus é bem claro ao dizer, que Honrar PAI e MÃE. Êxodo 20:12. É o primeiro mandamento com PROMESSA. Deus nos deu vários mandamentos, mas realmente honrar os pais é o primeiro mandamento que vem seguido de uma promessa para nossa vida, aliás, uma grande promessa:  Viver por muito tempo sobre a terra.
Honra a teu pai e a tua mãe, como o SENHOR teu Deus te ordenou, para que se prolonguem os teus dias [promessa 1], e para que te vá bem na terra que te dá o SENHOR teu Deus.” [promessa 2]. Deuteronômio 5:16.
Ele nos promete prolongar nossos dias, para que vivamos muito se obedecermos e honrarmos aos nossos pais, E todas as promessas de Deus se cumprem, Ele é Fiel para cumprir tudo que prometeu para nós.
Existe um segundo mandamento como promessa, e esse é o principal método que Deus usa hoje para derramar bênçãos espirituais e financeiras sobre o seu povo. Como lemos em Malaquias 3:8-11 : Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas. Vós sois amaldiçoados com a maldição; porque a mim me roubais, sim, vós, esta nação toda. Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós tal bênção, que dela vos advenha a maior abastança. Também por amor de vós reprovarei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; nem a vossa vide no campo lançará o seu fruto antes do tempo, diz o Senhor dos Exércitos.
O Mandamento de Deus: Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, (versículo 10)
Deus firmou uma aliança de bênçãos com seu povo. ELE derramou as suas bênçãos sobre os israelitas e pediu-lhes que dessem o dízimo de tudo que possuíssem. O dízimo tornou-se uma semente preciosa, pela qual colhemos as bênçãos prometidas por DEUS.
A promessa do segundo mandamento: “fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós tal bênção, que dela vos advenha a maior abastança”. (versículo 10).
“E eu vou repreender o devorador por amor de vós, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; nem a vossa vide lançará o seu fruto antes do tempo no campo, diz o Senhor dos Exércitos “(versículo 11).
No versículo seguinte, o Senhor nos dá a mais notável promessa:
“E todas as nações vos chamarão bem-aventurados, porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o Senhor dos Exércitos” (versículo 12).
Nesta parte notável das Escrituras, encontramos o mandamento do Senhor para trazer “todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa.”
O Senhor diz claramente para cada crente que o dízimo pertence a Ele e à Sua obra.

O Senhor mesmo nos desafia a testá-lo com promessa de prosperidade “Fazei prova de mim” (v. 10). Esta é a única vez nas Escrituras que o Senhor permite prova-lo.  O desafio de Deus é que você o PROVE. ELE quer que você faça um teste com ELE, para ver se a sua promessa é verdadeira.

Do meu ponto de vista, tirado de uma reflexão dos textos bíblicos, penso que ainda hoje o dízimo seja uma das expressões possíveis do modo de ser típico do cristão. Todavia ele deve ser expressão de gratidão, fé e uma forma de solidariedade que tenha como meta as pessoas excluídas da sociedade e não simplesmente uma retribuição pelo trabalho do padre ou pastor.
Porque pelo que observamos o dízimo está à cima da lei como ato de fé e gratidão a Deus por tudo que temos.

CONTINUA...

SHALOM ADONAY

JOSÉ ALFINYAHU
Professor, Th.M em bíblia e Th.D em Teologia Sistematica.

Artigos relacionados:

dizimo-e-ofertas-como-tudo-começou.



Declaração de Direitos Autorais
O conteúdo em nosso site é produzido por Escola Teológica para Profetas, e pertence por direito ao autor, publicador e/ETP.org. Se você gostou desse artigo, encorajamos você a distribuí-lo, desde que concorde com a política de copyright de ETP.org. e inclua essa nota.


CURTA NOSSA PAGINA NO FACEBOOK:
  





CURSO FORMAÇÃO TEOLÓGICA

Você pode ajudar 
adquirindo nossos cursos

Adquirindo nos cursos você já contribui para continuação desse trabalho de divulgação da palavra de Deus e manutenção de nossos projetos sociais que visa reintegrar na sociedade aqueles que estão excluídos pela extrema pobreza.  

       Nossos Cursos foram desenvolvidos através do Moderno Método de Ensino Open University, Utilizado nas mais conceituadas universidades internacionais, onde os alunos estudam as matérias conforme sua necessidade, prioridade e disponibilidade.

             O Curso é GRÁTIS, sem mensalidades, você paga apenas uma TAXA de manutenção é pode parcelar no cartão de 10 vezes sem juros. Assim, que recebemos a notificação do seu pagamento enviaremos o curso completo, junto com a ficha de inscrição. O material chega pra você de imediato no seu Email. O acompanhamento será pela internet, tiraremos todas suas dúvidas.






DOAÇÃO VIA INTERNET

Caso queira fazer doação de qualquer valor para nos ajudar, via internet, utilizando cartões de crédito, débito o boleto bancário, clique no botão de “doação” abaixo. Utilizamos os serviços do PagSeguro Uol. É rápido e seguro.

AO DOAR GANHE UM BRINDE

         OBRIGADO por Ajudar nosso TRABALHO Social. SUA DOAÇÃO ajudará MUITAS PESSOAS SEREM Alcançadas e SOCORRIDAS. Ao DOAR qualquer valor VOCÊ GANHA TOTALMENTE GRÁTIS à ENCICLOPÉDIA DE BÍBLIA, TEOLOGIA E FILOSOFIA: 
6 VOLUMES de Russell Norman Champlin. Em mídia digital
Que enviaremos para seu E-mail assim que com firmamos sua doação.


PARTICIPE e GANHE!

PARA CONTRIBUIR COM QUALQUER VALOR CLIQUE EM DOAR 
AQUI EM BAIXO





OBRIGADO PELA SUA DOAÇÃO. 

 QUE O ETERNO TE ABENÇOE.

 SHALOM ADONAY