Assembléia de Deus Missão Brasil

quinta-feira, 2 de julho de 2015

O DIVÓRCIO, O PASTOR, A IGREJA E O NOVO CASAMENTO

O DIVÓRCIO E AS ESCRITURAS SAGRADAS
Quero deixar bem claro que meu intuito com este estudo não é fazer apologia ao divórcio ou incentivar quem quer que seja a praticar de forma irresponsável as normas do casamento. Nosso desejo e analisar este conceito fazendo uso da bíblia com ajuda da hermenêutica a da exegese para uma compreensão mais ampla deste tema tão debatido e discriminado por muitos há muito tempos atrás. Espero que você deixe o preconceito de lado e venha comigo para uma investigação bíblica que tem divididos opiniões durante muitos séculos.
Sabemos que o casamento é a primeira e a organização principal de Deus neste mundo. Gn 2:23, 24; Mts 19:4, 5. Criada com intuito de durar enquanto existir vida em um dos cônjuges. Sendo assim, o homem não tem o direito de rompê-lo. Mt 19:6. Deus estabeleceu o casamento para durar por toda vida. Sem as famílias, este mundo era ainda muito pior. E a causa responsável para mundo está assim tão ruim, são as faltas de estruturas em muitas famílias. Famílias contraídas sem planejamento, sem amor.
Como já foi dito não pretendo fazer apologia ou promover o divórcio, pois realmente a família é à base da sociedade e o divórcio, a sua destruição, mas, no entanto, não consigo visualizar um Deus que tem prazer no sofrimento, na solidão. Não, esse não é o Deus que eu creio. Creio em um Deus que é amor, liberdade, livre arbítrio nas nossas decisões. Creio também, que Deus, sabiamente, na Sua Magnitude, nos estimula a não praticar o divórcio, mas havendo a necessidade de fazê-lo, Ele não nos condena e abre uma porta.
Por ser algo traumático, o divórcio é sempre um assunto difícil de ser tratado. Existem pessoas que não o aceitam em nenhuma condição. Há pessoas que sob determinadas circunstâncias são favoráveis, e há até os que buscam base nas Sagradas Escrituras para admiti-lo em qualquer situação.
Divórcio é uma palavra que tem sua origem do latim, da palavra divortiu, e seu significado é a "dissolução do vínculo matrimonial, ficando os divorciados livres para contraírem novas núpcias" ou simplesmente "separação".
Podemos perceber através de pesquisas arqueológicas, que o divórcio não é uma prática da modernidade, Os sumérios que habitavam na Mesopotâmia, região que ficava entre os rios Tigre e Eufrates. Encontramos relatos de seus antepassados que já se tinham notícias que desde o ano de 9.500 a.c. se praticava o divórcio. Os escribas sumérios através dos seus escritos, passaram a descrever os feitos de seus reis, onde se encontravam as leis, a organização dos seus exércitos. Através desses escritos milenares como já dito é que se tem conhecimento que a prática do divórcio já era difundida entre os povos da antiguidade, pois "o aumento da complexidade da sociedade suméria implicou o crescimento da demanda por leis uniformes que regulassem não apenas as transações comerciais, mas, também, a conduta civil e criminal".

Discussões em torno de Mateus
Durante muito tempo, é discutida a clássica interpretação dada por Jerônimo; "A cláusula de Mateus, demonstraria a licitude de uma separação entre marido e mulher, mas não incluiria a possibilidade de um novo matrimónio", porém, muitos não concordam com esta interpretação e afirmam que Jesus deu uma exceção em caso de adultério. Mas, ao lermos esta passagem, vemos que não é adultério (Gr. MOICHEIA) e sim fornicação (Gr. PORNÉIA). J. Bonsirvem, depois de uma análise detalhada do termo Pornéia chegou à conclusão de que a afirmação referia-se aos matrimónios contraídos contra as leis do Levítico vigente (Lv.18), os quais deveriam ser considerados como uniões ilegais. Ellison, por sua vez diz que o casamento é desfeito pelo adultério; "Que tem o efeito de abortar ou desfazer a união conjugal aos olhos de Deus. Embora o casamento tenha sido planejado por Deus para ser permanente, o ato de adultério quebra a união de uma só carne entre marido e mulher, em desafio a vontade de Deus... Sendo isto verdade, a outra parte não é culpada de adultério a obter o divórcio. O adultério já foi cometido neste caso, rompendo a união pela quebra da fidelidade e uma nova união física". Só que a palavra como já vimos, não é adultério, mas sim fornicação. Moisés concedia o direito de se casar no caso de fornicação, mas não em caso de adultério, pois os adúlteros morriam apedrejados. (Dt.22:28; Lv.20:10).
J. D. Douglas, diz que: fornicação é equivalente ao adultério. Notamos que não é bem assim porque a fornicação é o pecado de pessoas solteiras. O adultério é o pecado de pessoas casadas com outras que não são seus próprios cônjuges. Paulo fala de maneira distinta, quando fala dos dois dizendo: nem os fornicários, (Gr. Fornos) ... nem os adúlteros (Gr. Moíchos) ... hão de possuir o Reino de Deus. I Co. 6:9-10. ARA.
B. H. Streeter, argumenta que a sessão de Mateus acerca do divórcio, é narrada mais naturalmente, e está intimamente relacionado com o uso judaico e não com o paralelo em Marcos. Ele observa que a questão do divórcio, “por qualquer motivo” era, na verdade, debatida, mas que o direito de se divorciar como tal não era porque os fariseus acreditavam que o divórcio era lícito.
Os debates continuam entre os que afirmam que a justiça de Jesus está acima, descartando completamente a hipótese do divórcio, citando o propósito de Deus na união que não pode ser desfeita pelo homem e pelos que entendem que o divorcio é licito em caso de adultério.
As discussões continuarão entre os intérpretes, até que haja um senso comum sobre esta passagem acerca do divórcio. A seguir expressaremos a posição de Jesus acerca do problema.
Visão de Jesus acerca do divórcio
Muitos são os que dizem: quando começamos a entender as palavras de Jesus, vemos o casamento como sagrado e indissolúvel, exceto pela morte.
No evangelho de Mateus encontramos o confronto de Jesus e os doutores da Lei no seguinte verso que diz: "Alguns fariseus se aproximando de Jesus, e perguntaram, para tentá-lo: É permitido ao homem divorciar-se de sua mulher por qualquer motivo? Jesus respondeu: Vocês nunca leram que o Criador, desde o início, os fez homem e mulher? E que ele disse: Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe, e se unirá à sua mulher, e serão uma só carne? Portanto, eles já não são dois, mas só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não deve separar. Os fariseus perguntaram: Então, como é que Moisés mandou dar certidão de divórcio ao despedir a mulher? Jesus respondeu: Moisés permitiu o divórcio, porque vocês são duros de coração. Mas não foi assim desde o início. Eu, por isso, digo a vocês: quem se divorciar de sua mulher, a não ser em caso de fornicação, e casar-se com outra comete adultério. Os discípulos disseram a Jesus: Se a situação do homem com a mulher é assim, então é melhor não casar. Jesus respondeu: Nem todos entendem isso a não ser aqueles a quem é concedido. De fato, há homens castrados, porque nasceram assim; outros, porque os homens os fizeram assim; outros, ainda, se castraram por causa do reino do céu. Quem puder entender, entenda. Mt.l9:3-12. BEP.
Como vimos esta Bíblia traduz este texto desta forma: "Alguns fariseus se aproximaram de Jesus, e perguntaram para tentá-lo. Já a Bíblia de Jerusalém traduz este versículo assim: Alguns fariseus se aproximaram dEle, querendo pô-lo à prova. A Bíblia do pão editada pela editora vozes traduz desta forma: Aproximando-se dEle uns fariseus para prová-lo com a pergunta. A Bíblia edições Ave Maria, tradução dos originais feita pelos monges de Maredsous, diz: Os fariseus vieram pergunta-lhes para pô-lo à prova. A Bíblia tradução Ecuménica é muito mais precisa, quando diz: Alguns fariseus achegaram-se a ele e lhe disseram a fim de lhe armar uma cilada. Todavia, em todas estas versões o sentido é o mesmo do grego PEIRAZONTES sig. Provar, experimentar, submeter a prova, tentar conseguir apoio ou experiência. A questão é por que eles queriam submeter Jesus a prova com esta pergunta? Dentre as varias argumentações destaco primeiro o fato de Jesus está na região onde João foi preso e decapitado por condenar Herodes por ter casado com a mulher divorciada de seu irmão. Provavelmente este seria um a boa oportunidade de colocarem o Mestre na mesma situação de João Batista e quem sabe elimina-lo também. O segundo ponto seria provavelmente era porque os fariseus tinham em mente os conceitos das escolas de Shamai e Hillel, estas no tempo de Jesus debatiam as bases para o divórcio, assumindo diferentes posições na interpretação de Deuteronômio 24:1.
Hillel, era o principal mestre do templo, seus ensinos e interpretação da Lei deu-lhe o título de Nasi, que Sig. A maior autoridade em crítica e interpretação da Bíblia.
Shamai, também era um mestre muito respeitado, motivo pelo qual havia debate entre este, e aquele.
Na questão do divórcio, Hillel achava que qualquer motivo justificava a separação do casal, mas seu opositor cria que somente o adultério poderia causar o divórcio. Assim sendo, quando os fariseus indagaram a Jesus sobre o assunto em questão, estavam querendo forçá-lo a optar pela opinião de um desses mestres.
“Shamai dizia que o motivo para o divórcio era o adultério tomando por base o termo ''indecente". Hillel debatia o significado de "indecente", interpretando-o como qualquer motivo. Exemplo, o fato de a esposa ter queimado a comida ou feito o marido comer algo que não havia sido antecipadamente dizimado.
Em outras palavras, a pergunta feita a Jesus foi:
Você concorda com a interpretação deste ou daquele mestre? Jesus, o senhor apoia ou condena o casamento de Herodes com a divorciada Herodias, mulher de seu irmão Filipe? Mt14:3
Jesus, em vez de apoiar determinadas concepções, mostra-nos que o casamento é indissolúvel para Deus, quando afirmou: O que Deus uniu o homem não deve separar. Jesus foi muito enfático: o homem não deve separar; quem é o homem para separar o que Deus uniu? Como disse: Karl Hermann "todo e qualquer casamento é sustentado por Sua vontade, ou seja, a Vontade soberana de Deus. Divórcio é violação da atual vontade Divina. De cada matrimónio vale: O que Deus uniu, não o separe o homem".
Jesus estava reconhecendo a união do homem com sua mulher, como obra de Deus, que não pode ser desfeita pelo homem. Separar é obra do homem e não de Deus. A união física externa é santificada por união espiritual, pessoal que é indissolúvel, exceto pela morte.
Os fariseus inconformados apelaram para o que Moisés disse. Talvez eles pensassem: Agora pegaremos este Galileu. E interpelaram: Então, como e que Moisés mandou dar certidão de divórcio ao despedir a mulher?
O grande Mestre coloca o texto em sua verdadeira perspectiva afirmando que Moisés não ordenou o divórcio como mandamento, mas tão somente regulou uma prática já existente. Em suma, o divórcio era permitido no Velho Testamento como tolerância e não como plano Divino.
A forma da Lei em (Dt.24:1-4), pode ser melhor compreendida nesse sentido, já que o povo veio do Egito onde esta prática era bastante comum, e na própria Suméria, de onde veio Abraão; influenciado por essas nações, o povo endureceu o coração.
Nosso amado Senhor sabia disso quando falou: "porque vocês são duros de coração". Esta frase é um semítismo usado para designar a interioridade do homem, inteligência, vontade e sentimentos. Cf. .Mt.5:8. No grego (SKLEROKADIAN) esta palavra possui duas raízes: 1° SKLERÓS sig. Duro, severo, impetuoso, obstinado. 2°. KARDIA sig. Coração, mente, personalidade, caráter, vida íntima (centro e sede da vida espiritual, alma ou mente, como fonte e sede dos desejos, apetites, afetos, propósitos. Podemos traduzir essa frase da seguinte forma: "Pela vossa persistência em perseverar no erro".
Cristo, é a verdadeira expressão do amor Divino, dá aos fariseus uma grande lição, mostrando que a raiz do problema humano é chamada de "dureza de coração ou cegueira espiritual''. Essa doença produziu não só o divórcio e a poligamia, mas também a vingança humana, retratada no termo: "dente por dente e olho". Ex.21:24. Jesus nos mostra o sintoma desta doença chamada dureza de coração. Ela se manifesta de muitas maneiras diferentes e uma delas nos é conhecida por divórcio, produto de corações e mentes fechadas para o amor de Deus manifestado no calvário, ficando lugar apenas para um vírus pequenino, porém mortal, que se aloja na intimidade do relacionamento do casal. À primeira vista ninguém percebe, nem vê ou, muito menos, é capaz de identificá-lo. Porém, aos poucos, ele vai minando a comunicação do casal, o sentimento de afeto e respeito vão ficando fracos ate que o prazer de estarem juntos desaparece ou é aprisionado pela sensação que seria bem melhor separar-se, e partir para outra. Nesse estágio a doença começa com a febre da separação, com o aumento do grau da febre, os micro organismo oportunistas criam maior dano. Esses, às vezes, são os melhores amigos ou os próprios familiares que, ao invés de buscarem a restauração, partem em defesa de uma das partes e até começam a incentivar a separação. Outras vezes, são pessoas que, aproveitando-se da carência afetiva e de mágoas, insinuam-se como um ombro amigo e consolador da aventura extra conjugal. A dureza do coração tem feito muitas vítimas que infectadas pelo vírus do divórcio, acabam com suas vidas e a vida de seus filhos. Com a doença: dureza de coração, os fariseus e muitos intérpretes da Bíblia, chegam a ver como vontade de Deus a separação de um casal que vivia um estado de impureza qualificada, esquecendo-se do amor pacificador e reconciliador de Deus.
O Sábio Mestre contendeu pela permanência do casamento, dizendo: "Mas não foi assim desde o início.", em outras palavras, Moisés permitiu repudiar, mas o propósito de Deus na criação foi que o esposo e esposa se tornem uma só carne. E, por esta razão, os homens não devem separar o que Deus uniu.
Na discussão que se seguiu, Jesus explica porque o divórcio é errado, definindo-o como violação da instituição Divina. Ao afirmar: "Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério". Mt.19:9.ARC. Neste versículo, temos duas palavras gregas traduzidas como adultério: 1°. A não ser por causa de adultério. 2°. Casar com outra comete adultério.
Nesta última, Jesus afirma que aquele que se divorcia de seu casamento e casar de novo, comete adultério. Esta palavra, no grego é Moichós e pode ser traduzida como: réu de infidelidade para com Deus. Em outras palavras, a pessoa que se divorcia é transgressora da instituição Divina e como tal, é réu de infidelidade para com Deus, o soberano e eterno que os uniu em uma só carne; e o que Deus uniu não separe o homem.
Há os que discordam, dizendo que Jesus permitiu uma exceção no caso de adultério. Porém, se de fato isto é verdade, por que os discípulos disseram no versículo 10: Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar? Creio que temos que observar que na dispensação da Lei, o adultério não era motivo de divórcio, isto porque todo adúltero era réu de morte, Cf. Lv.20:10. No caso de fornicação, era bem diferente, já que os infratores eram obrigados a casarem e nunca estes poderiam se divorciar: Se um homem seduzir uma jovem virgem, ainda não comprometida, e for apanhado no ato, pagará a multa de cinquenta ciclos de praia ao pai da moça, e terá que casar com ela; e nunca poderá conseguir divórcio. Dt.22:28-29. B.V.
A lei nunca ordenou ao casal divorciar-se. Porém, como toda regra têm exceção, havia, contudo, certas evidências que colocaria em xeque a lei e fazia com  que você se quiser divorciar-se do seu cônjuge, só poderá fazê-lo. Segundo estas exigências. É justamente por isso que Jesus diz: "Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério". Mt.19:9.ARC. Nesse versículo a cláusula de exceção fica transparente pelo uso que Jesus faz da expressão grega parektòs — cujo significado é: “exceto; com a exceção de” que implica em condições e exceções para regulamentação do divórcio.
A questão, porém, é outra palavra do versículo, traduzida como adultério ou infidelidade no grego é Pornéia que designa prostituição, enquanto que Mochccnai, designa adultério, que já vimos, como sexualidade ilícita dentro do casamento ou contra ele.
Muitos são os querem ver nesse verso de Mt.19:9, o adultério, entretanto, varias versões traduzem ele assim: exceto por motivo de prostituição. Esse é de fato o verdadeiro sentido, pois o mesmo está de acordo com o hebraico Zenüt que literalmente é prostituição, o qual nós encontramos em levítico 18:17 e se aplica a uniões ilegais que poderiam se romper por serem tidas como casamentos falsos. Como diz Lv.18:16: A nudez da mulher de teu irmão não descobrirás; é a nudez de teu irmão. Parentes chegados não podem se casar como no caso de Herodes e Herodias.
Não é difícil de acreditar que Jesus esteja fazendo uso deste pensamento quando expressou sua opinião sobre a separação em questão. Assim sendo, no dialogo de Jesus ele se referia a essas uniões ilegais que poderiam de fato derrocar um casamento judeu e Herodes era réu. É justamente por isso que o Mestre, sabendo que não era chegada sua hora, evitou bater de frente com o governo de Herodes.
Há muitos que não concordam com esta interpretação dizendo que a infidelidade deita abaixo o casamento e que, assim sendo a parte inocente tem o direito de se divorciar e casar de novo. Entretanto, existe uma polemica aqui neste verso quando Jesus diz que: O que casar com a repudiada também comete adultério. Mt. 19: 9 b- ACR. A questão é quem essa repudiada que Jesus esta falando aqui? É a parte inocente? Em caso de positivo, significa que quem casar com ela está em adultério e consequência disto quem casar com ela também está.
Seria esse justamente o motivo dos discípulos ficaram perplexos com o padrão de Jesus para o casamento? Quando eles afirmaram; se tal é a condição do homem relativamente à mulher então não convém casar. Em outras palavras, se não há possibilidade em dissolver o casamento, é bem melhor não contrair o matrimonio. Esse padrão bíblico acerca do casamento é muito elevado; segundo Jesus: nem todos estão aptos para esta declaração, mas somente aqueles a quem Deus ajuda. Mt.19:11. B.V.
Para finalizar, Jesus vai muito além quando afirma que: alguns nascem sem a capacidade de casar-se e outros se recusam a casar por causa do Reino dos céus. Mt 19:12a. B.V.
Seria então o caso do Mestre te concluído, sem deixar sombra de dúvidas, acerca do casamento como instituição Divina indissolúvel? Quando afirma: quem poder aceitar isso, o aceite. Mt.19:12b. AVR. Ou seja, quem possui entendimento espiritual aceite o que lhe é revelado. Seria essa a verdade aqui revelada em Mateus? “Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério".Mt.19:9.ARC.
Temos que ter em mente que o texto começa dizendo: Alguns fariseus se aproximando de Jesus, e perguntaram, para tentá-lo, ou melhor, querendo pô-lo à prova. Seria o caso de querer algo para acusar o Mestre e coloca-lo contra Herodes. Como já foi dito, a Bíblia tradução Ecuménica é muito mais precisa, quando diz: Alguns fariseus achegaram-se a ele e lhe disseram a fim de lhe armar uma cilada.
Jesus sabiamente faz uso da palavra de Deus citando Dt. 24:4 que diz que a mulher será contaminada com o segundo casamento (como no caso de Herodes e Herodias). Leiamos o texto: Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então será que, se não achar graça em seus olhos, por nela encontrar coisa indecente, far-lhe-á uma carta de repúdio, e lhe dará na sua mão, e a despedirá da sua casa. Se ela, pois, saindo da sua casa, for e se casar com outro homem, e este também a desprezar, e lhe fizer carta de repúdio, e lhe der na sua mão, e a despedir da sua casa, ou se este último homem, que a tomou para si por mulher, vier a morrer, então seu primeiro marido, que a despediu, não poderá tornar a tomá-la, para que seja sua mulher, depois que foi contaminada; pois é abominação perante o Senhor; assim não farás pecar a terra que o Senhor teu Deus te dá por herança.
Então o homem tinha o direto de repudiar a sua mulher se ela fosse infiel. Neste caso ele estava repudiando-a por causa de prostituição da parte dela. Ele não seria culpado de fazê-la cometer o adultério.  Ela já estaria culpada. Porém, não poderia voltar a se casar com ela caso se arrependesse e ela tivesse casado de novo, porque nesse caso ela e ele cometeriam prostituição e seria uma abominação perante o Senhor. E neste caso o homem é culpado também.
Aqui nestes termos se empregaria a lei de Lv 20:10 que diz: Também o homem que adulterar com a mulher de outro, havendo adulterado com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera.
Quando Jesus cita essa lei estava dando um golpe de mestre nos doutores da lei de sua época. Nós sabemos que ainda foram executados os infratores da lei no tempo de Jesus.  Vejamos: João 8:1-11. Jesus não falou para os fariseus não apedrejarem a mulher pega em adultério, mas disse que aquele que não tivesse pecado jogasse a primeira pedra.  A lei exigia que toda a acusação fosse feita por duas ou três testemunhas do ato. Jesus como homem não era testemunha.  Mais uma vez Jesus está dentro da lei. Quando todos os deixaram, e Jesus estava a sós com a mulher, mostrou que ele como Deus sabia tudo sobre ela. Pois, disse-lhe, vai, e não peques mais.
O plano dos judeus em pegar Jesus mais uma vez cai por terra, porque o Mestre estava dentro da lei quando fez uso de Deuteronômio 24:4.  Dizendo; Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério. Mt.19:9.ARC. (Como no caso de Herodes e Herodias).

O divórcio no antigo testamento
Divorciar-se não era fácil, pois havia varias formalidades, e somente o homem podia pedir o divorcio. A mulher não tinha tal direito. A Lei de Moisés, apesar de não incentivar o divórcio, dispunha de vários mecanismos para executá-lo. Dt 24.
Apesar de alguns querem tampar o sol com a peneira dizendo que no Antigo Testamento não havia divórcio vemos não só no Pentateuco. Mas, temos lideres como Esdras que não só incentivou o divórcio como fez uso. Em Esdras 10:10-11 o povo é convocado por Esdras para tomar uma atitude de restauração com Deus. Para isso, deveria separar-se, ou seja, divorcia-se de suas esposas estrangeiras. Isso é um fato! Quer queiramos ou não admitir. Esdras ordena a prática do divórcio. Há quem diga que foi porque as mulheres eram estrangeiras. Porém, nesse caso temos dois pesos e duas medidas retratadas aqui.
Segundo esse pensamento o divórcio era permitido pela dureza dos corações dos homens. Já que desde o início, lemos esta informação bíblica: "Pois EU DETESTO O DIVÓRCIO, diz o Senhor Deus de Israel," (Ml.2:16). Deus está dizendo; eu permito. Mas, não quero que isso seja motivo para destruição da célula mater da sociedade que é o casamento.
O termo eu detesto o divórcio em Malaquias não era a consequência de casamentos mistos como no caso de Esdras. Porque, os casamentos mistos realizados por homens judeus é que eram feitos após o divórcio destes com suas mulheres judias. É justamente por isso que Deus censura o divórcio praticado pelos Judeus do tempo de Malaquias e não o divórcio em si. Isso porque, como já vimos, a lei apoiava o divórcio no antigo testamento. Como está escrito: "No tocante ao voto da viúva ou da divorciada, tudo com que se obrigar lhe será válido." Números 30:9.
Os judeus teriam uma boa desculpa para fazerem o que estavam fazendo, visto que o patriarca Abraão havia tomado uma esposa pagã Agar, assim eles os judeus teriam uma boa desculpa para fazerem o mesmo. Porque, o patriarca não só tomou uma esposa não judia como também se divorciou da mesma. Assim sendo, os judeus então também poderiam se divorciar baseados na mesma atitude de Abraão. Colocando em xeque o termo: "Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem."  Mt 19:6.
Há quem discorde, no entanto, surge a questão: Então Abraão poderia deixar sua esposa com filho e manda-la embora? Por quê? Há quem diga que ela era a concubina de Sara. E é fato! Porém, quando ela (Sara) a deu a Abraão ela passou a ser sua esposa também. (Assim tomou Sarai, mulher de Abrão, a Agar egípcia, sua serva, e deu-a por mulher a Abrão seu marido. Gn 16:3). Segunda esposa, mas, era esposa. E mesmo assim Abraão deu a ela o divórcio e a mandou embora. Não seria isso a pratica do divórcio, antes da lei? Como está escrito: Então se levantou Abraão pela manhã de madrugada, e tomou pão e um odre de água e os deu a Agar, pondo-os sobre o seu ombro; também lhe deu o menino e despediu-a; e ela partiu, andando errante no deserto de Berseba. Gn 21:14.
No meu vê a legalização do divórcio não protegeu a mulher, dando o direito a uma nova oportunidade de constituir um lar, pelo contrario fez dela em potencial dos caprichos machistas. Com certeza era isso que Jesus não concordava quando respondeu aos doutores da lei de sua época.

Condições para o divórcio segundo a Bíblia
Como já foi dito, o plano de Deus para casamento é que ele seja uma instituição que dure para vida toda. Em todo caso o homem violou a vontade de Deus e devido ao livre arbítrio e aos sofrimentos impostos as mulheres, foi regulamentada uma prática que o povo já exercia de forma obscena sem qualquer respeito à família e às mulheres.
Jesus sabedor disto usar as sabias palavras dizendo: Eu, porém, vos digo: qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe a tornar-se adúltera; e aquele que casar com a repudiada comete adultério. Mt 5:32. Nesse versículo a cláusula de exceção fica transparente pelo uso que Jesus faz da expressão grega parektòs — cujo significado é: “exceto; com a exceção de” que implica em condições para o divórcio. Assim sendo, podemos afirmar que divórcio não tendo como motivo a infidelidade é pecado. Sendo pecado deve ser tratado como tal, pouco importa quem seja o homem ou a mulher que praticaram o mesmo. Mas temos que nos lembrar de que todos os pecados podem ser perdoados, com exceção da blasfêmia contra o Espirito Santo que é um pecado imperdoável.
Temos que ter mente que Mateus escreve seu evangelho para os judeus, toma o cuidado de mencionar a condição do divórcio para que não pareça que houvesse uma contradição entre Moisés e Jesus. A cláusula de exceção na verdade tenta responder a uma pratica que existia muito antes de Moisés que regulamentou essa pratica.
A grande questão até o dia de hoje é se são permitidos ao homem ou à mulher divorciar-se e casar-se novamente? E se Deus aprova que alguém se case com um a pessoa divorciada?
Nos dias de hoje a condição para o divórcio que foi estabelecido por Moisés, as igrejas atuais demoraram a aderirem. Mas atualmente já estão aderindo. E há movimentos que ainda não aderiram. Jesus Cristo ensinou que devido à grande gravidade da infidelidade conjugal, o cônjuge traído tem o direito de se divorciar. Divorciando, ele (a), pode casar novamente. Mt 5:32; 19:4–9. Lembrando, que biblicamente, as coisas ficam muito complicadas para o traidor. Mt 19:9.
A segunda condição para o divórcio: Quanto a esta segunda condição para o divórcio, pelo que conheço as igrejas ainda não estão aderindo, a mesma. A pesar de que, muitos estão se divorciando e casando novamente por tantos outros problemas, os quais não são ordenados pela Bíblia, para o divórcio. Conforme ensinou o apóstolo Paulo, que quando um casal for composto por duas profissões de fé, ou melhor, um cônjuge for cristão e outro não. E aquele que não for cristão, não querer continuar mais vivendo com o cristão, devido a sua decisão de seguir a Cristo; que o cristão pode aceitar a separação e estará livremente. 1Co 7:13–16.
A Separação, não tendo motivos como esses, os quais Cristo e Paulo enfatizaram. Mas, porém, se o casal não queira a continuar vivendo juntos: que se separem, mas não case com outro (a), que vivem sós, ou caso contrario, que se reconcilie com o mesmo cônjuge. 1Co7:10–11. É o que recomenda o Apostolo Paulo.
Não conformadas algumas pessoas empregam Romanos 7.1-3 para respaldar uma posição contrária ao divórcio e ao novo casamento. Afirmam que o que traiu e o que foi traído estão ligados até a morte. Porém, quando analisamos o texto juntamente com o seu contexto veremos que tal entendimento é falso e produto de mente fechada para o que de fato diz a bíblia neste texto. Porque, o objetivo principal do apóstolo Paulo no texto em questão era mostrar, especificamente aos judeus, a diferença entre a antiga e a nova aliança.
Vemos isso quando analisamos esse texto paulino, cuidadosamente, sublinhando alguns postos-chaves que dizem respeito ao assunto de que estamos tratando veremos o que realmente o texto diz e não o que nós acostumamos a pensar:
Porventura, ignorais, irmãos (pois falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem toda a sua vida? Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal. De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será adúltera se contrair novas núpcias. Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus.Romanos 7:1-4.
Notamos que aqui a Bíblia está se referindo a uma mulher casada, e não da mulher divorciada. Significa dizer que embora o divórcio seja uma tragédia, a infidelidade conjugal é um pecado tão cruel contra o cônjuge, que este tem o justo direito de por termo ao casamento mediante divorcio. Neste caso, está livre para casar-se de novo. Mt. 19:9.
Contudo, sempre é bom analisar e contender para que haja perdão e uma reconciliação antes de tomar uma decisão tão traumática para ambos principalmente se houver filhos.
Quem é contra o divórcio e diz que não é bíblico no mínimo vive uma vida complexada sem entender que Deus ama os divorciados e libera perdão a eles. Sendo assim, há perdão, salvação, eternas bênçãos e graça inefável da parte de Deus para eles. É bom Lembrar-se do exemplo de Davi, um adúltero e homicida. Deus o perdoou e o usou grandiosamente na terra. Davi até é parente de Cristo.
Tenha em mente que Deus rejeita o pecado e também o divórcio. Porém, Deus ama o pecador que se arrepende e também ama o divorciado que se arrepende. O João 3:16 é para todos os que se arrependem.
Às vezes fazemos distinção de pecados que a Bíblia não faz. Muitos são os pastores e irmãos que sofreram influencias destes que colocam o divórcio como um pecado de adultério o que na verdade é um erro. Divórcio não é um pecado é uma solução estabelecida com perdão ou indulgência para aqueles que foram vítimas de um casamento mau sucedido.
Pense um pouco, seria Cristão aceitar em nossa comunhão com menos problema um homicida, ladrão, etc., que um divorciado? É certo colocar um(a) divorciado(a) num nível de caráter mais baixo que aquele que vive fazendo adultério no seu coração como está escrito em Mateus 15:18,19? Se Deus por Cristo perdoou e salvou gloriosamente a mulher Samaritana que tinha cinco maridos, não podemos fazer o mesmo com os divorciados (João 4:18). Afinal, quando somos tomados pelo amor olhamos como Deus olha para o pecador.
Temos que ter em mente que depois do trauma do divórcio as pessoas envolvidas precisam ser tratadas com respeito e dignidade. Afinal, apesar de tudo, sempre é bom lembrar que nem tudo mudou. A Bíblia e Deus não mudaram. O casamento também continua sendo de Deus uma instituição divina, perfeita que é o alicerce da sociedade. O propósito do casamento ainda é para companheirismo mesmo que o pecado do homem tem destituído o casamento da honra e das bênçãos que Deus reserva para aqueles que obedecem.
Há necessidades tanto pessoais e familiares que continuam depois do divórcio e precisam ser analisadas e resolvidas com ajuda da igreja.  O processo de divórcio e tudo que este necessitou não modificaram o que o homem, mulher ou as crianças são (I Cor 7:1,2). Mesmo que exista a possibilidade de ter problemas e cicatrizes nas vidas entre os participantes do processo do divórcio, há soluções Bíblicas para que estes problemas não cresçam e piorem. As soluções Bíblicas não visam ignorar o passado, mas, sim de tratar do que passou para orientar os envolvidos a endireitarem o necessário para poder viver no presente para a glória de Deus.
É justamente devido a esses problemas que todo cristão deve viver em perfeito amor com o seu cônjuge evitando o divórcio, porque a ordem imperativa ainda é não separar o casal como está escrito: agora para aqueles que são casados eu tenho uma ordem, não uma sugestão apenas. E não uma ordem minha, pois isto é que o próprio Senhor disse: a esposa não deve abandonar o seu marido. Entretanto, se ela está separada dele, que permaneça só, ou então volte para ele novamente. E o marido não deve divorciar-se de sua esposa. I Co.7:10-11 B.V.
De tudo, se compreende que o cônjuge que está separado deve permanecer sem casar de novo para evitar certos constrangimentos, como disse Jesus: e outros há que a si mesmo se fizeram eunucos por causa do Reino dos céus . Mt.19:1 b. AVR. Se porém não há possibilidade de um celibato, a opção é esquecer as mágoas, através do perdão com ajuda do Espírito de Deus, e reconciliar-se com o seu cônjuge. Como isso é possível? Amando! Amando! Amando! O amor cobre tudo. “Erich Fromm disse; ‘‘o amor é um ato de fé, donde, quem for de pouca fé, também terá pouco amor”.
Você talvez pense que não há mais amor, "ele já acabou" é a frase muito comum para aqueles que estão dominados pelo rancor e muita mágoa. Paulo nos diz que: o amor jamais acaba. I Co.13:8. Ele, com toda certeza, está dentro de seu coração lutando para vencer todos estes sentimentos negativos que tomam contar de sua vida. Mesmo que você o tenha expulsado ele de seu coração ele, ainda assim, ficou batendo na porta, pedindo que sua razão tome conta de suas emoções e mostre quanto você está precisando de ajuda.
O livre arbítrio nos é concedido, porém, toda escolha é condicional e nada, absolutamente nada, escapa a essa lei. É com base nisto que a bíblia nos aconselha: Que ames o Senhor, teu Deus, que andes nos seus caminhos e que guardes os seus mandamentos... para que vivas... e o Senhor, teu Deus, te abençoe na terra. Dt.30:16. ARC. Note que essa felicidade está condicionada à disposição de amar a Deus e em guardar seus mandamentos, do contrário sofreremos sérios danos. Isso porque mesmo que o divórcio pode ser apoiado Biblicamente, há responsabilidades com o casamento anterior que continuam mesmo depois o casamento novo.
Como vimos Cristo reconhece somente uma razão válida para o divórcio. A Bíblia diz em Mateus 5:32 "Eu, porém, vos digo que todo aquele que repudia sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, a faz adúltera; e quem casar com a repudiada, comete adultério."
O divórcio é permitido porque Jesus não disse que a lei de Moisés era errada. Assim sendo ele admitiu a validade dela quando disse: pela dureza do vosso coração. Significa que apenas relatou o motivo da permissão e não disse que Moisés estava errado ao permitir.
Os que discordam desta concessão faz uso dos escritos de Paulo aos Coríntios que diz: A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo que o seu marido vive; mas, se falecer o marido fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor. 1 Co 7:39. Como já foi dito acima, aqui o texto fala da mulher casada e não da mulher divorciada.
Alguns entendem erroneamente que este texto apresenta a indissolubilidade do casamento, aconteça o que acontecer. Mas, para os que possuem perfeito entendimento, basta ler este texto em relação com Mateus 5:32 e 19:9, depois Deuteronômio 24:1, 2 e verificar que Paulo evidentemente está tratando da Lei de Moisés. Uma lei que dada por Deus concedia ao homem o direito de divorciar-se e repudiar a mulher quando quisesse, mas não dava à mulher direito algum. Assim pela lei a mulher só poderia deixar o marido se ele desse a Carta de Divórcio. Sem tal Carta, se ela se casasse com outro homem, seria adúltera. Mas, lendo Deuteronômio 24:1,2 vê-se que se ela tivesse a carta não seria adúltera porque ela passaria a ser uma divorciada.
Para entendermos de maneira o que Jesus no diz no evangelho de Mateus 5:32 e 19:9, muitas vezes, devemos contextualizá-los com o conhecimento do Antigo Testamento, bem como na língua hebraica original em que ele foi escrito, pois Jesus era judeu e estava inserido nesse meio.
Analisaremos os vocábulos repúdio e divórcio utilizados em hebraico e que possuem seus correspondentes no grego do Novo Testamento. Estas palavras gregas foram também utilizadas por Jesus nos Evangelhos. Os significados destes termos estão de acordo com o texto original hebraico da BÍBLIA HEBRAICA STUTTGARTENSIA (BHS), traduzidos em português por João Ferreira de Almeida, versão REVISTA E ATUALIZADA, são: hb. shallach Repudiar, gr. apolúo Repudiar (repúdio), hb kerithuth Divórcio gr. apostásion Divórcio. O verbo hebraico shallach que teve sua tradução plena para o português como “repudiar” repúdio. O verbo grego “apolúo”, pelo critério numérico não se sustentou na sua tradução como “divorciar”. Sua sustentação se deu como “repudiar” repúdio, concordando inteiramente com a tradução para o português de João Ferreira de Almeida na versão REVISTA E ATUALIZADA (1996). Decorrente disso, o verbo hebraico shallach repudiar, utilizado no Antigo Testamento, possui seu correspondente no grego do Novo Testamento apolúo repudiar. Finalmente, analisamos a palavra hebraica kerithuth que teve sua tradução para o português, por unanimidade de sentido, como “divórcio”, expressando ainda a ideia de um documento. A palavra grega apostásion teve sua tradução de forma absoluta como divórcio, expressando também a ideia de um documento.  Portanto, a palavra hebraica kerithuth divórcio, utilizada no Antigo Testamento, possui sua correspondente no grego do Novo Testamento como apostásion divórcio. Passaremos agora a tratar da exegese de textos bíblicos, relacionados ao assunto, utilizados por Jesus. No contexto histórico do Novo Testamento, apolúo, no sentido de relacionamento conjugal, significa deixar de lado, mandar embora, “repudiar” e podemos afirmar que não representa tecnicamente divórcio, ou seja, não representa o termo técnico para divórcio. Se um homem repudiasse apolúo sua esposa, sem se incomodar de dar-lhe a carta de divórcio apostásion, ninguém iria se opor a ele, dentro daquela cultura judaica. Muito menos, a pobre mulher repudiada. Mas Jesus contestou e disse: “É mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til sequer da Lei. Quem repudiar sua mulher e casar com outra comete adultério; e aquele que casa com a mulher repudiada pelo marido também comete adultério”. Lc 16.17,18. A diferença entre “repudiar” e divorciar no grego apolúo e apostásion é grande. Apolúo apontava que a mulher era escrava, repudiada, sem direitos, sem recursos, roubada nos seus direitos básicos do casamento monogâmico. Apostásion queria dizer que a separação se consumava, podendo haver um novo casamento legal, posteriormente. O papel fazia toda diferença. A mulher que tinha sido mandada embora, poderia se casar novamente com outro homem, como a Lei dizia em Dt 24.2.
Essa era a Lei. Jesus falou ainda: “Também foi dito: Aquele que repudiar sua mulher dê-lhe carta de divórcio. Eu, porém, vos digo: qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de causa de infidelidade, a expõe a tornar-se adúltera; e aquele que casar com a repudiada comete adultério.” (Mt 5.31,32). Para entendermos essa passagem, como já falamos acima, precisamos compreender bem o termo grego traduzido por “causa de infidelidade”. Este vocábulo citado por Jesus refere-se a palavra porneías, que aponta qualquer relação sexual fora do casamento, ou seja, em que não há envolvimento de pessoas casadas legalmente. Este termo não pode ser confundido com “adultério”, pois a palavra grega exclusiva para isso é “moikeía”. Neste caso específico, Ele se referia a qualquer tipo de promiscuidade praticada. Logo, o que Jesus estava dizendo é que: Qualquer que repudiar sua mulher e não obedecer aos preceitos legais do divórcio, não pode ter o reconhecimento legítimo da dissolução do seu casamento, portanto, expõe sua mulher a tornar-se adúltera, visto que ela, oficialmente, ainda é casada e quem casar com a repudiada comete adultério, pois ela ainda se encontra casada.
Exceto em caso de causa de infidelidade - porneías, ou seja, quando houve envolvimento sexual, sem um casamento formal. Neste caso, se não existiu um casamento legítimo, não há o que se falar em adultério moikeía, pois a união formal não existiu esse relacionamento está na ilicitude. Então nestes casos, o repúdio é naturalmente aceito, sem o cônjuge daquele relacionamento incorrer em adultério, mesmo não havendo uma separação legal. Esta é a exceção citada por Jesus.  Se verificarmos todas as passagens do Novo Testamento, podemos perceber que Jesus não se pronunciou a respeito de divórcio apostásion e novo casamento e deixou em aberto esta questão. A palavra apostásion aparece somente três vezes nos Evangelhos em Mt 5.31; 19.7 e Mc 10.4 e todas estas citações de Jesus estão no tempo passado. Após Jesus dizer Eu, porém, vos digo... nunca aparece a palavra divórcio apostásion.
Portanto, não houve nova orientação sobre esta matéria. Um divórcio apostásion é consequência de um repúdio apolúo. Jesus falou sobre o repúdio, mas a respeito do divórcio, intencionalmente, Ele não se pronunciou. A versão mais antiga da Bíblia em português é a tradução de João Ferreira de Almeida. Em sua versão ARA, sempre usou o verbo repudiar, para todas estas passagens do grego original. Para ilustrarmos a importância do significado correto da tradução destas palavras, utilizaremos o texto do Evangelho de Marcos.
Tendo em vista que no contexto do Novo Testamento existia uma disparidade muito grande entre o homem a mulher na área conjugal. Jesus exigiu que fosse cumprida a Lei e estabeleceu os mesmos direitos para ambos. Jesus disse: Quem repudiar sua mulher e casar com outra comete adultério contra aquela. (Mc 10.11).  Neste caso, o pecado de adultério recaía sobre os homens, que na prática não aceitavam ser inclusos como adúlteros, por praticarem o repúdio apolúo sem expedir a carta de divórcio apostásion e contraírem, mesmo assim, novos casamentos. Jesus inseriu, neste episódio, todos os homens, que fossem encontrados nestas condições, a tornarem-se réus de adultério, tanto quanto a mulher já o era. Pois, Jesus sempre teve como padrão a justiça e a igualdade entre o homem e a mulher.
Os discípulos, que eram judeus na, religião e culturalmente possuíam este mesmo pensamento, ficaram estarrecidos e reagiram a essas declarações de Jesus e disseram-lhe: Se essa é a condição do homem relativamente à sua mulher, não convém casar. Mt 19.10. A Carta de Divórcio dos Judeus na Família de Jesus? Quantos de nós já paramos para considerar que José, pai adotivo, de Jesus, ia se divorciar de Maria? Eis o que diz a Escritura: Mas José, seu esposo, sendo justo e não querendo a infamar, resolveu deixá-la secretamente.Mt 1:19. Ora, o que tornava José justo? A atitude do coração de José era justa. Ele não desejava infamar a pessoa de Maria, pois pensou que ela havia sido infiel, contudo não desejava vê-la apedrejada. Ora, se José, deixa-se Maria, seguindo a lei, seria considerado um homem justo em Mt 1:19, por que em Mateus 5:32 e 19:9, deixar a mulher por motivo justo adultério, por exemplo seria uma atitude injusta? Eis aqui uma questão que os pregadores da indissolubilidade do casamento terão muita dificuldade de explicar. Temos que entender que, pelo relato de Mateus 1:18-25 e Lucas 1:26-38, José só acreditou que Maria, sua mulher, estava grávida pelo Espírito de Deus porque um anjo do Senhor lhe apareceu e confirmou isto. Caso não houvesse esta intervenção sobrenatural, ele consideraria a sua mulher uma adúltera. Isto o tornava justo repudiá-la secretamente para que ela não fosse considerada uma prostituta. Ou seja, ele diria que ela era sua mulher, só que não ficaria morando com ela como os casados normalmente agem. E é claro que se ela aparecesse grávida, mas não estivesse sob sua guarda, explicações seria solicitado, o que acarretaria no apedrejamento de Maria. Isto prova que o divórcio não era nos dias de Jesus uma coisa errada. Ao contrário, por ser determinado pela Lei de Moisés, quem lhe obedecia aos ditames era chamado de justo.

Divorciados podem ser Pastores
Os que não concordam com o ministério de pastor divorciado fazem uso de 1 Timóteo 3:2 fazendo uso do termo esposo de uma só mulher.
Como está escrito: Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; - 1Ti 3:2 (ACF).
O que não sabem ou talvez não queiram aceitar os intolerantes é que nessa passagem o Apostolo está se referindo que um polígamo não é qualificado para ser um pastor, presbítero, ou diácono. Essa é a interpretação mais literal da frase. Isso porque a poligamia sempre foi comum e é até hoje. Claro que os intolerantes afirmam que a poligamia era bem rara durante na época que Paulo estava escrevendo. Contudo, sabemos que esse conceito e falho porque até nos dias de hoje a poligamia e comum no oriente médio.
Inconformados alguns fazem uso da carta de Paulo a Tito que diz: Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência; - 1Ti 4:1 e 2 (ACF).
Porém, quer queiramos ou não essa passagem que diz: Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar. Também pode ser traduzida como “homem de uma mulher só”. Isso indicaria que um bispo deve ser completamente leal à mulher com quem é casado. ASSIM SENDO, a interpretação se focaliza mais em pureza moral do que em estado civil. Quem não concorda afirma dizendo que um homem só pode ter sido casado uma vez, com exceção do caso de um viúvo que se casou de novo para isso eles citam: Aquele que for irrepreensível, marido de uma mulher, que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes. - Tit 1:6 (ACF). Para eles mesmo que marido de uma só mulher se refira monogamia o Pastor pode ser acusado de dissolução que nesse caso é o divórcio. Porém a questão é que dissolução aqui neste verso referisse à depravação de costumes, devassidão e libertinagem que nada tem haver com divórcio.
É devido a isso que a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) decidiu, em plenária durante a 40ª Assembleia Geral Ordinária, que o pastor da denominação que foi traído e se separou judicialmente poderá se casar de novo e continuar exercendo o ministério. A decisão, segundo a mesa diretora da Convenção, tem fundamentação bíblica.  Para a referida convenção “O ministro vítima de infidelidade conjugal… poderá contrair novas núpcias, respeitados os princípios bíblicos, que norteiam a união conjugal”, conforme estabeleceu o Senhor, em Mateus 5.31-32 e 19.9 Também foi dito: Qualquer que deixar sua mulher dê-lhe carta de divórcio. Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de prostituição, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério.  Baseados nestes termos os Pastores concluíram que o Pastor traído pode continuar seu ministério SEM TER DO QUE SE ENVERGONHA.
Enfim, temos que ter em mente que se há perdão para o adultero, como está escrito: Então os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério; e pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. Ora, Moisés nos ordena na lei que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes? Isto os diziam, tentando-o, para terem de que o acusar. Jesus, porém, inclinando-se, começou a escrever no chão com o dedo. Mas, como insistissem em perguntar-lhe, ergueu-se e disse-lhes: Aquele dentre vós que está sem pecado seja o primeiro que lhe atire uma pedra. E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra. Quando ouviram isto foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos, até os últimos; ficou só Jesus, e a mulher ali em pé. Então, erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém senão a mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu te condeno; vai-te, e não peques mais.
Com certeza cabe aqui, a questão sobre qual o pecado que não tem perdão? Leiamos: Em verdade vos digo: Todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, bem como todas as blasfêmias que proferirem; mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca mais terá perdão, mas será réu de pecado eterno. (Mc.3:28-29). O Senhor Jesus, no texto acima, nos mostra que quando a pessoa fala mal de uma obra, sabendo que é de Deus e a imputa como sendo do Diabo, cometendo conscientemente, então essa atitude é o pecado de blasfêmia contra o Espírito Santo, esse sim, não tem perdão.
Se há perdão para o adultero, imagine um homem ou mulher que passou a vida pregando, se dedicou sua vida ajudar outros e abriu mão de muita coisa para estabelecer a igreja que depois de consolidada o diabo derruba seu cônjuge e esse não quer voltar de forma alguma. Então o Pastor (a) que foi abandonado (a), traido (a) tem que abandonar a igreja e seu ministério? Não seria isso, fazer a vontade do diabo que derrubou seu cônjuge com intenção de destruir o seu ministério?

Continua...

SHALOM ADONAY


JOSÉ ALFINYAHU
Professor, Th.M em bíblia e Th.D em Teologia Sistematica.


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quarta-feira, 17 de junho de 2015

ARREBATAMENTO E O CASAMENTO DA IGREJA COM CRISTO

O ARREBATAMENTO 
parteII

ARREBATAMENTO  E O CASAMENTO DA IGREJA COM CRISTO

ARREBATAMENTO  E O CASAMENTO DA IGREJA COM CRISTO
ARREBATAMENTO  E O CASAMENTO DA IGREJA COM CRISTO
AS BODAS DO CORDEIRO E A ENTREGA DOS GALARDÕES.
O Arrebatamento é quando Jesus Cristo retorna para remover a igreja, todos os seguidores de Cristo da terra. O Arrebatamento é descrito em 1 Tessalonicenses 4:13-18 e 1 Coríntios 15:50-54. Os crentes que já morreram serão ressuscitados e, juntamente com os crentes que ainda vivem, vão se encontrar com o Senhor no ar. Isso acontecerá em um momento, em um piscar do olho. A Segunda Vinda é quando Jesus retorna para derrotar o anticristo, destruir o mal e estabelecer o seu Reino Milenar. A Segunda Vinda é descrita em Apocalipse 19:11-16.
Temos que ter em mente que o Arrebatamento e a Segunda Vinda são semelhantes, mas, são eventos separados. As diferenças importantes entre o Arrebatamento e a Segunda Vinda de Cristo são tênues, porém, se analisadas separadamente veremos que são muitas distintas entre si porque no Arrebatamento, os crentes vão se encontrar com o Senhor nos ares (1 Tessalonicenses 4:17). Na Segunda Vinda, os crentes vão retornar com o Senhor à terra (Apocalipse 19:14). A Segunda Vinda ocorre no final do perído da horrível e grande Tribulação (Apocalipse capítulos 6-19). O arrebatamento ocorre antes da Tribulação (1 Tessalonicenses 5:9; Apocalipse 3:10). O Arrebatamento é a remoção dos crentes da terra como um ato de libertação (1 Tessalonicenses 4:13-17; 5:9). A Segunda Vinda inclui a remoção dos incrédulos como um ato de julgamento (Mateus 24:40-41). Já o Arrebatamento vai ser “secreto” e instantâneo (1 Coríntios 15:50-54). A Segunda Vinda vai ser visível a todos (Apocalipse 1:7; Mateus 24:29-30). Porém, a Segunda Vinda de Cristo não vai ocorrer até depois de certos eventos dos fins dos tempos acontecerem (2 Tessalonicenses 2:4; Mateus 24:15-30; Apocalipse capítulos 6-18). O Arrebatamento é iminente, pode acontecer a qualquer momento (Tito 2:13; 1 Tessalonicenses 4:13-18; 1 Coríntios 15:50-54).
Muitos são sinais que nos mostram que a igreja está preste a ser arrebatada para começar temos a explosão do conhecimento nos tempos atuais que é a primeira indicação que confirma que somos a geração do arrebatamento está em Daniel 12:4 “E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até o fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará”.
O renascimento de Israel, isso foi profetizado pelos grandes profetas do V.T. que afirmaram que Deus tiraria o povo judeu das nações e o traria à terra de Israel antes da volta do Senhor. Is. 66:8. Jerusalém não estará mais sobre o controle dos gentios. Sl.102:16.
A apostasia é um dos grandes sinais hodierno, os Falsos Cristos enganando a muitos, guerras, rumores de guerras, nação contra nação, reino contra reino, haverá fomes, terremotos em vários lugares, tribulação, assassinato, cristãos odiados por causa do nome de Jesus, muitos se escandalizarão, traição, ódio uns dos outros falsos profetas que enganarão a muitos, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos, Mt 24.5-12.
Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Portanto, não sejais seus companheiros. E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas; mas antes condenai-as. Efésios 5:6-7,11.
Aqui, somos orientados a não nos associarmos com qualquer pessoa que não se mantém fiel à doutrina de Jesus Cristo, a não recebê-la em nossas casas, e nem mesmo saudá-la. Oferecer uma simples saudação a um apóstata torna-nos participantes de suas obras más. Mas, a pseudo igreja não só cumprimenta como também participa dos eventos e apostasia tipo; o natal, balada gospel, rave gospel, festa junina gospel e muitas celebrações pagãs hoje infiltradas na igreja.
À medida que o tempo passa, podemos perceber que os sinais da vinda Jesus Cristo são mais frequentes e mais visíveis. A Volta de Jesus ou a segunda Vinda de Jesus, é um processo que se inicia com o Arrebatamento da igreja do Senhor, é neste evento em que Ele não aparece para o mundo, pois, virá como um ladrão (Ap 16:15) para arrebatar seu povo fiel desta terra e termina sete anos depois com a sua Volta Gloriosa em que todo o olho o verá (Mt 24:30).
Um dos maiores sinais da atualidade é o nascimento do anticristo. Segundo foi anunciado pela comunidade satânica. Um bebê chamado Lúcifer Utah está sendo aclamado como o novo "Anticristo" pelos membros da igreja de satanás. O líder mundial da comunidade satânica Adans Daniels, reuniu líderes de todo mundo da comunidade satânica para anunciar a chegada daquele que vai preparar o caminho do anticristo. Em Bruxelas cerca de 300 líderes satânicos ovacionaram a chegada do seu "messias".  "Eu conversei com o grande satan e ele disse que há indícios espirituais que em breve os cristãos estarão partindo e que esse menino será a ferramenta usada por ele para preparar a entrada do Anticristo na terra. Esse menino vai realizar milagres extraordinários na terra para provar que ele vem pra governar. Satã disse que Utah vai pregar a salvação para os que ficarem e muitos vão reconhecer o seu poder, até os cristãos que ficarem. O dia que a terra estará sob o comando satânico está chegando. Utah é o aviso que a nossa redenção se aproxima e os anais da história vão registrar esse acontecimento".  O bebê que nasceu dia 15 de Abril no Hospital Universitário de Salt Lake tem provindo de controvérsia entre autoridades Mórmons e as comunidades cristãs depois que panfleteiros foram encontrados em torno do centro da cidade, alegando "o nascimento do Anticristo" e convidando não membros e membros da Igreja de Satã, para comemorar esse nascimento "sagrado".  Médicos que fizeram o parto disseram que o rosto do bebe brilhava a ponto das enfermeiras ficarem assustadas com o parto.  Brincando um dos médicos disse: "Esse garoto será famoso" O líder cristão americano disse que essas coisas não procedem na bíblia, mas é assustador como a comunidade satânica está tratando o caso e os cristãos precisam ficar atentos aos sinais desse suposto menino.  O menino recém-nascido chama-se Gabriel Lúcifer Whitcome Utah, e acreditam-se ser uma "encarnação do Anticristo" por seus pais ambos os membros da Igreja local Salt Lake City of Satan. Os pais ficaram chocados com a reação dos não membros da Igreja de Satã. "Tudo que queríamos era compartilhar a boa notícia aos colegas membros da comunidade" admite o pai de 34 anos, presidente da secção local da Igreja de Satã.  "Em nosso sistema de crença, este é um momento de celebração. Nasce o nosso Messias. Tudo que queríamos era compartilhar a boa notícia, embora entendemos que o nascimento do Anticristo poderia ser interpretado como uma coisa ruim se você é da fé cristã" disse ele a repórteres locais.   O bebê nascido em "condições astrológicas auspiciosas" de acordo com os pais o faria a encarnação de Satanás. O Especialista jurídico local John Burroughs, admite que o nome é "incomum", mas não é ilegal. "Enquanto os pais cuida bem da criança, há nenhuma razão para serviços de proteção a criança (CPS) estar envolvido" afirma o perito.
Mesmo que seja delírio de uma seita, devemos está preparado para o arrebatamento da igreja, porque, os sinais que antecedem ao arrebatamento da igreja são gritantes nos dias de hoje.
                                   

              A tão esperada boda do cordeiro
AS BODAS DO CORDEIRO E A ENTREGA DOS GALARDÕES.
AS BODAS DO CORDEIRO E A ENTREGA DOS GALARDÕES.

Todos têm que saber que depois do arrebatamento, a igreja será levada para um lugar ou uma dimensão paralela ao nosso mundo. E ocorrerá aquilo que a linguagem bíblica chama de o casamento da igreja e do tão esperado Noivo, o Cordeiro de Deus que a resgatou do mundo de pecado. Enquanto que aqui na terra estará acontecendo a grande tribulação, lá na glória, lugar onde estará a igreja e Jesus Cristo, vai acontecendo o maior evento já esperado e profetizado de toda história da humanidade. Como está escrito: Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou, pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos. Então, me falou o anjo: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. Ap 19:7-9.
Afigura do casamento é usada frequentemente nas Escrituras para representar a relação entre Deus e seu povo. No Velho Testamento, Deus é o marido e o povo é Israel, a mulher. No Novo Testamento, Cristo é o noivo e a igreja, a noiva. Ao compreender a riqueza desse símbolo, daremos mais importância à obediência no dia-a-dia.
Ao examinar alguns trechos bíblicos, observemos algumas informações históricas sobre costumes de casamento nos tempos bíblicos. O processo do casamento envolvia várias etapas, incluindo:
O Noivado como é conhecido hoje. É o primeiro passo oficial para o casamento, um compromisso assumido pelo casal (muitas vezes arranjado pelos pais) em que se prometeram um ao outro. Assim Maria foi desposada com José. Mt 1:18.
Presentes foram dados à noiva e à sua família pelo noivo ou sua família (veja Gênesis 24:52-53). Esta prática é semelhante ao pagamento do dote em alguns países até os dias de hoje. Jacó serviu seu sogro durante sete anos para poder casar-se com Raquel (Gênesis 29:18-20).
Um Intervalo de Espera antecedeu o casamento. Durante este tempo, era importantíssimo manter a pureza e que a noiva se preparasse para o seu noivo. Caso contrário, poderiam romper o relacionamento sem completar o processo do casamento. Mt 1:18-19.
As Bodas ou Banquete Nupcial começavam quando o noivo chega à casa da noiva para levá-la para sua casa. A noiva esperava a chegada dele, usando roupas e joias especiais, e era acompanhada pelas donzelas e por outros convidados. A festa das bodas tipicamente durava uma semana (Gênesis 29:21-23,27; Juízes 14:17; Mateus 25:1-13). A partir das bodas, os dois, agora uma só carne, morariam juntos.
Como a noiva esperando a chegada do noivo, a igreja hoje aguarda a vinda de Jesus. Ele levará os fiéis às bodas, e depois habitará com sua esposa para sempre.
Todo o simbolismo do casamento do Cordeiro com a igreja apresenta um belo conto romântico, mas há muito mais nessa história. As Escrituras servem para nos habilitar “para toda boa obra” (2 Timóteo 3:16-17). Toda essa história de uma noiva esperando a chegada do noivo serve, também, para nos instruir. A ênfase de textos como Ezequiel 16 e Efésios 5 está no adorno da noiva. Consideremos algumas mensagens importantes:
A beleza da noiva vem do noivo! Não é assim nos casamentos humanos que nós conhecemos. A noiva escolhe o vestido, arruma os cabelos e faz tudo para chegar à cerimônia adornada para agradar o noivo. Mas toda a beleza da noiva de Ezequiel 16:1-14 veio do marido. Deus encontrou Israel como uma menina recém-nascida abandonada pelos próprios pais. Ele cuidou dessa menina durante anos e, quando ela cresceu, casou-se com ela. Ele a lavou, e a vestiu com as melhores roupas. Colocou nela enfeites e joias finas. Deu-lhe os melhores alimentos, e ela se tornou absolutamente linda. Deus disse “pois era perfeita, por causa da minha glória que eu pusera em ti” (Ezequiel 16:14). Esse fato é fundamental na doutrina bíblica da salvação pela graça. A beleza da noiva depende do noivo. Lemos isso em Efésios 5:25-27. A beleza da igreja vem de Cristo. Ele se entregou para santificar e lavar a igreja, “para apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Efésios 5:27).
Jesus quer uma igreja composta de pessoas santas. Numa cerimônia de casamento, o momento mais especial é à entrada da noiva. O noivo espera ver a sua noiva resplandecente entrar para fazer um pacto solene com ele. Nunca o Espirito Santo irá apresentar uma noiva usando um vestido sujo e rasgado, com seus cabelos totalmente desarrumados, e com lama no rosto. Não! A noiva de Jesus é santa, pura sem pecado.
A igreja suja e usando roupas rasgadas e manchadas será deixada no momento do arrebatamento, no tocar da trombeta só subirá um povo santo (1 Pedro 1:13-16) que demonstra a sua santidade no seu proceder no dia-a-dia (1 Pedro 2:11-23).
É lamentável dizer que nos dias de hoje nem todas as chamadas igrejas agem como uma noiva pura.
Se analisarmos toda trajetória da igreja considerando as igrejas da Ásia. A congregação em Éfeso não aceitava homens maus e mentirosos, mas abandonou o seu primeiro amor e caiu (Apocalipse 2:2-5). Em Pérgamo, a igreja conservava o nome do Senhor e não negou a fé, mas tolerava os que ensinavam falsas doutrinas (Apocalipse 2:13-15). A igreja de Tiatira era dedicada e ativa em obras, mas tolerava a falsa profetisa, Jezabel (Apocalipse 2:19-20). Em Sardes, a igreja tinha uma reputação de ser viva, mas estava morta (Apocalipse 3:1-4). A congregação de Laodicéia tornou-se morna (Apocalipse 3:15-19). O livro de Apocalipse contém cartas aos anjos de sete igrejas a que mais me chama atenção é escrita para à igreja de Filadélfia
E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre: Conheço as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome. Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não são, mas mentem: eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo. Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra. Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
Com certeza essa igreja, a Filadélfia, tipifica a noiva certa para o cordeiro de Deus. Você parou para pensar nisso?
E a igreja que você se congrega Jesus elogiaria a fidelidade e dedicação da igreja, ou teria uma lista de queixas? Coletivamente, a sua congregação prega e pratica a verdade? Louva a Deus conforme a palavra dele? Rejeita doutrinas falsas? É uma igreja “sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito”? Antes de dar uma resposta definitiva, lembre-se de que a igreja é composta de pessoas. Individualmente, falamos e vivemos conforme a verdade? Somos seguidores de Cristo ou seguidores do mundo? Buscamos a prosperidade espiritual ou material? Usamos a palavra de Deus como espelho para corrigir as nossas vidas, ou imitamos o mundo? Somos santos, como Deus é santo? Pense nisto e procure viver o evangelho de Jesus para se encontrar com Ele e receber os galardões da noiva de Cristo.

AS BODAS DO CORDEIRO E A ENTREGA DOS GALARDÕES.
AS BODAS DO CORDEIRO E A ENTREGA DOS GALARDÕES.

A Noiva é adornada pelo seu esposo com galardões
Como em todo casamento a noiva é presenteada com galardões a chamada recompensa da igreja arrebatada é o galardão dado por Cristo para sua noiva a igreja. Jesus em Lucas 6:23 promete os galardões para todos os salvos e remidos pelo por de Seu sacrifício na cruz. Ele dizia: Regozijem-se nesse dia e saltem de alegria, porque grande é o seu galardão no céu. Alguns, porém, pode até dizer, mas, o que é galardão.
Galardão significa recompensa ou prêmio, normalmente por serviços prestados. A Bíblia, como vimos, fala de um galardão nos céus que cada crente receberá de acordo com o seu trabalho aqui na terra. Jesus falou que aqueles que são perseguidos deviam se alegrar, pois, grande seria o galardão deles nos céus.
Mas, quem seriam os galardoados? Todas as pessoas que morreram crendo que Jesus Cristo, é Senhor e Rei, serão ressuscitadas primeiro e, em seguida, as que estiverem vivas terão os seus corpos transformados, e juntamente com os mortos os vivos se encontrarão com o Senhor nas alturas através do arrebatamento. (1 Tessalonicenses 4:13-17; 5:2-3).
Como está escrito: Porque, todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal. 2 Coríntios 5:10.
Como já vimos este evento terá inicio logo depois das bodas do cordeiro que é o casamento da igreja com Cristo que acontecerá depois do arrebatamento.
Para quem não sabe a palavra “boda”, em língua portuguesa, significa “celebração de casamento”. Assim, as bodas são comemorações de um casamento. Na linguagem popular, a expressão é mais utilizada para indicar os aniversários da união conjugal, como as conhecidas “bodas de prata” e “bodas de ouro”, que são, respectivamente, as comemorações do 25º e do 50º aniversários do casamento de um homem e uma mulher.
A palavra “boda” aparece várias vezes no texto bíblico, tanto no Antigo Testamento, quanto no Novo Testamento, significando, sempre, uma festividade, uma celebração de casamento. Assim, por exemplo, a primeira vez que ela aparece na Bíblia é para indicar a celebração do casamento de Sansão (Jz.14:12), ocasião em que, inclusive, ficamos sabendo que o costume israelita era de que as bodas durassem sete dias, ou seja, uma semana, dado que é elucidativo, porque nos mostra, precisamente, o período das bodas do Cordeiro, ou seja, sete anos, que é, precisamente, o período correspondente à última semana de Daniel. As bodas, portanto, é a celebração do casamento, ou seja, o instante em que, de forma festiva, publicamente se declara a união em uma só carne entre um homem e uma mulher, quando os nubentes (isto é, aqueles que estão se casando) deixam cada um o seu lar e decidem formar um novo lar, passar a viver uma vida em comum até que a morte os separe (cfr. Gn.2:24).
As bodas do Cordeiro, como dissemos, são a celebração da concretização da comunhão permanente entre Jesus e a Sua Igreja, comunhão esta que se inicia no exato instante em que os salvos se encontrarem com o Senhor Jesus nas regiões celestiais, em seguida ao arrebatamento da Igreja. Como sabemos, no final da dispensação da graça, Jesus cumprirá a Sua promessa feita aos discípulos antes de subir aos céus, onde hoje está à direita de Deus, intercedendo pelo Seu povo, de voltar para levar Seus servos para onde Ele está, para que eles fiquem com Jesus para sempre (Jo.14:1-3).
Como toda noiva no tempo antigo era recompensada por sua fidelidade ao noivo a igreja se apresentará imaculada perante Seu noivo Jesus Cristo. Neste ponto estaremos no pícaro dos eventos que se seguem após esse maravilhoso acontecimento do arrebatamento. Vale lembrar que, simultaneamente, a Terra estará passando por um caos, devido ao sumiço inesperado de milhares de vidas.
A igreja diante de toda corte celeste estará perante o tribunal de Cristo para que: A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo. 1 Coríntios 3:13-15.
Vale lembrar que o TRIBUNAL DE CRISTO: É o evento, como já foi dito, que se dará logo após o Arrebatamento da Igreja, onde os salvos comparecerão perante Cristo para o julgamento de suas obras a fim de receber ou não o seu galardão. (Cf. 2 Co 5.10 ; Rm 14,10). A chamada premiação dos galardões onde no mínimo se ganhará a salvação.
Existem duas palavras traduzidas por “Tribunal” no Novo Testamento. A primeira é “criterion”, usada em Tiago 2:6 e 1 Coríntios 6:2-4. Esta palavra significa “instrumento ou meio de pôr à prova ou julgar qualquer coisa” ou “local onde o julgamento é feito”.
A segunda palavra é “bema”, que significa “local elevado cujo acesso se fazia por degraus, plataforma, ou tribuna”, usada em relação ao assento oficial de um juiz (Atos 18:2, 16). Comumente correspondia ao acesso de um presidente ou juiz para recompensar os competidores de alguns jogos e premiar os vencedores.
“Bema” é a palavra usada para o “Tribunal” de Cristo. Esse termo nunca foi usado em referência a um assento judicial, desta forma, se associa à ideia de proeminência, dignidade, autoridade, honra e recompensa. O “bema” de Cristo tem o objetivo de recompensar alguém pelos serviços prestados a Deus e pela vitória obtida nos combates da vida.
Assim, a Igreja que for levada para fora da esfera terrestre será avaliada e recompensada. Temos essa interpretação, pois de acordo com Lucas 14:14, a recompensa está associada à ressurreição; e passagens como 1 Coríntios 4:5, 2 Timóteo 4:8 e Apocalipse 22:12 revelam que as recompensas estão associadas com a Vinda de Jesus, o que nos mostra que o galardão da igreja será após o arrebatamento e antes de Jesus se manifestar perante o mundo onde todo o olho o verá.
Como já foi dito depois do Arrebatamento da Igreja, o Tribunal de Cristo e as Bodas do Cordeiro, marcarão os eventos do chamado Dia de Cristo. Sendo assim, Jesus será manifesto como o Juiz que julgará, sem imparcialidade, como os crentes exerceram a mordomia Cristã, aqui na Terra. E também será Jesus um Noivo afeiçoado que se juntará definitivamente com Sua Noiva imaculada. Na tão esperada bodas do cordeiro que é a festa do casamento simbólico de Cristo com a Igreja, quando ela adentrar definitivamente em Jerusalém, no Céu, sua Nova Morada (Ap 19.6).

AS BODAS DO CORDEIRO E A ENTREGA DOS GALARDÕES.
AS BODAS DO CORDEIRO E A ENTREGA DOS GALARDÕES.
Depois das bodas Jesus será o Juiz que fará um julgamento individual e sem parcialidade (Jo 5.22; 2Tm 4.8;) o julgamento ocorrerá possivelmente nos ares, onde será instalado o Tribunal de Cristo ( cp. Ap 22. 12; 2Tm 4.8; 1 Pe 5.4) o crente será julgado como servo ( As obras), pois ele já foi julgado como pecador, na cruz (o pecado original) e como filho, na atualidade (O procedimento) a natureza do Julgamento não será para castigo e sim para recompensa a quem merecer  (1 Co 3.14,15,8) serão julgadas não apenas as obras em si, mas nossas motivações, embasamento, amor e fidelidade o serviço cristão. (Cf 1 Co 9.17) O Instrumento de julgamento será a santidade e onisciência de Cristo, o fogo que provará as obras (I Co 3.13) o não-recebimento de galardão não comprometerá a salvação, mas o descuido espiritual ao serviço cristão pode comprometer, sim. (1 Co 3.15) As obras aprovadas - (Materiais Específicos de Grandes Construções e Palácios) ouro: Metal mais precioso dos tempos bíblicos Símbolo das coisas celestiais. Fala das obras feitas em Deus ou com sua aprovação (Cf. Jo 3.21) prata: Era com este material que se efetuava a redenção dos primogênitos. É símbolo da redenção realizada por Cristo, assim sendo, representa as obras feitas pela fé em Cristo ou por intermédio da graça trazida por Cristo (1 Co 15. 10) pedras Preciosas: Na bíblia são vistas como adornos, principalmente das noivas (Jo 17.22; Ez 16.11,12), sendo símbolo do Espírito Santo. Representa as obras feitas pelo poder ou sob a influência do Espírito Santo (Rm 15.19)
Madeira: símbolos das coisas humanas. Fala das obras cujo significado e valor concentra-se apenas no “operar segundo os homens” ( 1 Co 3.3) Feno: Trata-se de capim seco e simboliza tudo que necessita de renovação. Este tipo de obras indica as coisas feitas com negligências, irresponsabilidade, vanglórias ou coisas parecidas (1 Co 9.17;  Fp 1.17) palha: Simboliza a fraqueza, algo sem consistência ou valor  ) é o tipo de obra que não satisfaz o dono da Obra. (Cf.Ap  2.4,5.
Junto ao tribunal de cristo cobrirá um período de sete anos terrestre, mas será um tempo não cronológico para a dimensão celestial.
Os tipos de recompensa o Novo Testamento nos evidencia cinco áreas as quais alguém pode ser recompensado por Cristo. Vejamos abaixo:
A coroa da vida:
Será dada àqueles que suportaram provação e estiveram prontos a morrerem por Cristo. “Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam”. Tiago 1:12.
A coroa da justiça:
Será dada àqueles que organizam suas vidas no amor e na Vinda de Cristo. “Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda”. 2 Timóteo 4:8.
A coroa de glória:
Será dada aos fiéis pastores, que apascentam com amor o rebanho de Deus. “Aos presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar: Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho. E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória”. 1 Pedro 5:1-4.
A coroa incorruptível:
Será dada aos que obtiveram vitória sobre o velho homem. “E todo aquele que luta de tudo se abstém; eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, uma incorruptível”. 1 Coríntios 9:25.
A coroa de gozo:
Será dada aos ganhadores de almas. “Porque, qual é a nossa esperança, ou gozo, ou coroa de glória? Porventura não o sois vós também diante de nosso Senhor Jesus Cristo em sua vinda? Na verdade vós sois a nossa glória e gozo”. 1 Tessalonicenses 2:19-20.

 CONTINUA...


JOSÉ ALFINYAHU
Professor, Th.M em bíblia e Th.D em Teologia Sistematica.


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sexta-feira, 12 de junho de 2015

O MINISTÉRIO APOSTÓLICO DOS DIAS ATUAIS

O MINISTÉRIO APOSTÓLICO DOS DIAS ATUAIS

O MINISTÉRIO APOSTÓLICO DOS DIAS ATUAIS
O MINISTÉRIO APOSTÓLICO DOS DIAS ATUAIS

E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores. Efésios. 4:11.

O MINISTÉRIO ECLESIÁSTICO
O termo "ministério eclesiástico" nos dias atuais tem um significado genérico é considerado por alguns como apenas uma sombra do descrito no Novo Testamento. Para outros, a linguagem eclesial, durante séculos, tinha reservado o prazo do papel especial dos consagrados a exercerem o ministério na igreja.
Existem muitas dúvidas e questionamentos sobre esse assunto. Isso obviamente levanta a questão: haverá base bíblica para se ordenar apóstolos nos dias de hoje? É bíblico que haja um ministério apostólico?
Como nós descrevemos no estudo há apóstolos nos dias hoje, há dois sentidos básicos para o termo “apóstolo”. O primeiro abrange uma forma mais ampla, do termo que se refere a qualquer pessoa que seja um enviado de Deus através da Igreja para uma obra específica, seja de liderança ou não. Fl. 2:25. Esse significado provém da correlação entre o substantivo “apóstolo” do grego ἀπόστολος e esse verbo em grego que significa “enviar”, ou seja ἀποστέλλω. No sentido mais amplo, não há dificuldade em se aceitar que qualquer pessoa pode ser um apóstolo de Deus. Qualquer pessoa pode ser enviada, por exemplo, para o trabalho missionário, e, nesse sentido amplo, ainda há apóstolos hoje e por sua vez um ministério apostólico.
Há os que dizem não haver base bíblica para se ter um ministério apostólico nos dias de hoje porque, porque, no Novo Testamento o sentido mais comum do termo “apóstolo” é o restrito. Essa restrição é só aplicável aos 12 escolhidos por Jesus e a Paulo.
Eles definem um sistema de regras que diz:
A) O apóstolo tinha de ter recebido sua comissão apostólica diretamente de Jesus. Lucas 6:13-16; cf. Mt. 10:1-7; Mc. 3:14.
B) O apóstolo tinha de ser testemunha ocular de Jesus ressurreto.
Entretanto, há uma contradição ao se aplicar uma exceção ao Apostolo Paulo. Na verdade os que defendem o fim do ministério apostólico usam dois peso e duas medidas para fazerem seu julgamento, porque Paulo não foi testemunha ocular de Jesus ressurreto o que ele viu foi uma visão já que Jesus havia ascendido para os céus, como está escrito: E, quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. Atos 1:9.
Aprova que Paulo teve uma visão de Jesus ressurreto está em Atos dos Apóstolo 9:1-9.
Note que o texto diz apenas que os homens que estavam com Saulo não viram a Jesus, só ouviram a Sua voz (v. 7). Porém, não diz que Saulo não O viu. Diz apenas que depois disso ele não viu mais nada, precisando, então, ser pego pela mão e conduzido até Damasco pelos outros homens que estavam com ele (v. 8).
Fica claro, então, o que aconteceu: Saulo, ao ver a glória do Senhor, perdeu a visão e, quando se levantou do chão, já não conseguia ver mais nada (v. 8), ficando três dias assim, sem poder enxergar (v. 9).
Assim sendo, quando em 1 Coríntios 9:1, Saulo diz: Não sou livre? Não sou apóstolo? Não vi Jesus, nosso Senhor? Não são vocês resultado do meu trabalho no Senhor?, O que demonstra que ele realmente viu o Senhor Jesus, mas em uma visão e não corporalmente, a prova está no fato dos outros que estavam com ele não terem visto Jesus ressurreto. Como está escrito; Os homens que viajavam com Saulo pararam emudecidos; ouviam a voz mas não viam ninguém. Atos 9:7. Assim sendo, podemos concluir que Paulo viu Jesus, mas em uma visão o que o desqualifica como um apóstolo segundo as prerrogativas Bíblicas para ser considerado um apóstolo.
Estas regras que foram criadas pelos que negam o ministério Apostólico, diz ainda que para ser um Apóstolo é necessário que candidato tenha recebido sua comissão apostólica diretamente de Jesus. Lucas 6:13-16; cf. Mt. 10:1-7; Mc. 3:14.
Entretanto, quando vamos aplicar estas regras a Paulo podemos observar que ele não recebeu seu apostolado diretamente do ministério terreno de Jesus. Mas, foi alcançado pelo ministério apostólico estabelecido pelo Espírito Santo de Deus.
Como podemos vê, Jesus apareceu em visão a Ananias e lhe pediu que fosse até a casa de Judas, na Rua Direita, um homem de Tarso, chamado Saulo, que estava orando e havia tido uma visão de que um homem chamado Ananias estava impondo-lhe as mãos para que voltasse a ver. Atos 9:11-12.
Ao chegar à casa de Judas, o próprio Ananias diz a Saulo que o Senhor Jesus apareceu a Paulo quando ele vinha pelo caminho de Damasco: Então Ananias foi, entrou na casa, impôs as mãos sobre Saulo e disse: Irmão Saulo, o Senhor Jesus, que lhe apareceu no caminho por onde você vinha, enviou-me para que você volte a ver e seja cheio do Espírito Santo. Imediatamente, algo como escamas caiu dos olhos de Saulo e ele passou a ver novamente. Levantando-se, foi batizado. Atos 9:17-18.
Note que temos Paulo recebendo o dom da Visão, a cura e depois o revestimento de poder pela unção do Espírito Santo em sua vida.
O apostolo Paulo compreendia tanto isso que fez questão de ressaltar que seu chamado havia sido não por homens, mas sim pelo próprio Jesus através do ministério apostólico esbelecido pelo Espírito Santo.
Como está escrito: Paulo, apóstolo, não da parte de homens, nem por intermédio de homem algum, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos. Gálatas 1:1.

Assim sendo, o substituto de Judas Iscariotes, não poderia ser qualquer pessoa dentre os discípulos, mas alguém que viu Jesus ressurreto, como está escrito: É necessário, pois, que, dos homens que nos acompanharam todo o tempo que o Senhor Jesus andou entre nós, começando no batismo de João, até ao dia em que dentre nós foi levado às alturas, um destes se torne testemunha conosco da sua ressurreição. Começando desde o batismo de João até ao dia em que de entre nós foi recebido em cima, um deles se faça conosco testemunha da sua ressurreição. Atos 1:21-22.
E apresentaram dois: José, chamado Barsabás, que tinha por sobrenome o Justo, e Matias. 
Matias por voto comum foi contado com os onze apóstolos. Atos 1:23-26.

Paulo, por sua vez, não foi testemunha ocular de Jesus como Matias foi. Assim sendo, Paulo tinha sua credencial apostólica baseada no Ministério Apostólico, e não no fato dele ser uma testemunha ocular de Jesus ressurreto. Porque, ele não foi testemunha ocular e nem fez parte do Ministério terreno de Jesus como foi Matias. O que Paulo teve foi uma visão de Jesus ressurreto como já vimos.
O próprio Apóstolo Paulo confessa isso dizendo: Depois, foi visto por Tiago, mais tarde, por todos os apóstolos e, afinal, depois de todos, foi visto também por mim, como por um nascido fora de tempo. Porque eu sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus. 1 Coríntios 15:7-9.

O que Paulo quis dizer com a expressão: “Porque eu sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus.”?
Acredito que Paulo tinha a consciência de ele era Apóstolo pelo ministério apostólico instituído pelo Espírito Santo de Deus, sendo ele mesmo o primeiro a fazer parte deste ministério apostólico de Jesus. A prova disto está na expressão “como um nascido fora de tempo” que significa aqueles não foram chamados diretamente por Jesus quando exercia seu ministério aqui na terra.
O que nos leva a crer que Paulo, embora não tenha sido contados inicialmente entre os 12 apóstolos, foi alcançado posteriormente pelo ministério apostólico de Jesus, sendo ele o primeiro Apóstolo no sentido restrito e amplo do termo ἀπόστολος.

Paulo ensina e defende o Ministério Apostólico quando escreve dizendo: Paulo, Apóstolo, não da parte de homens, nem por intermédio de homem algum, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos... Gl. 1:1.
Significa que o Ministério Apostólico depois dos doze é uma instituição Divina, a prova está na carta a igreja Éfeso quando Paulo diz: E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores. Efésios. 4:11.
O plural do termo provavelmente serviu para designar os diferentes ministérios e as funções dos Ministros na igreja. Sabemos com certeza que o objetivo principal dos ministérios é o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; Podemos até dizer que Nosso Mestre nos deu uma mãozinha e os dedos de sua mão são os cinco ministérios. O dedo de maior força, conhecido como dedão é a representação do ministério Apostólico que tem como objetivo levar o evangelho com poder e a força do Espirito Santo para abrir novas frentes de trabalho; o indicador é ministério de profetas que tem os dons revelação para edificação da igreja; o maior de todos, representar, o ministério evangelístico com objetivo de liderar os neófitos para levarem a mensagem de boas novas; o dedo anelar é o ministério pastoral é aquele que cuida dos feridos em batalhas e alimenta os famintos com a palavra e o dedo mínimo o mais fraco dentre eles é o ministério de mestres conhecidos como doutores da igreja que zelam pela saúde da doutrina bíblica. A mão de Deus dada a igreja que é os cincos ministérios tem como finalidade a edificação da igreja do Senhor para crescimento espiritual de cada crente e desenvolvimento da intimidade com Cristo, como está escrito: Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo, Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente. Ef 4: 13-14.
Significa dizer que para que igreja permaneça unida (unidade de fé) e cresça segura foi necessária à implantação do corpo ministerial da igreja com o significado mais geral de serviço exercido na Igreja e para a Igreja é determinado por dois fatores intimamente inter-relacionados: a renovação eclesiológica e nova práxis eclesial nascido em resposta às necessidades de crescimento e evangelização. 
Para o exercício destes ministérios Deus chama seus escolhidos. O verbo “chamar” (kalein) e o substantivo “chamado” (klesis) têm uso abundante e, até certo ponto, variado no Novo Testamento. Ser “chamado” é ser afetuosamente convidado por Cristo a vir e receber vida eterna. Mas, nem todo o que ouve esse convite universal responde; o Espírito Santo deve conduzir o escolhido a Cristo através de um verdadeiro despertar da morte espiritual. Lázaro nunca poderia ter saído do túmulo simplesmente pelo convite de Cristo, à parte da ação poderosa de Deus internamente, restaurando vida. Da mesma forma, “ninguém pode vir a Mim”, disse Jesus, “a menos que o Pai, que Me enviou, o traga; e Eu o ressuscitarei no último dia” (Jo. 6:44). 
É fato que, Jesus não somente chamou pecadores ao arrependimento (Mt. 9:13); Ele chamou os doze para serem Seus discípulos (Mt. 4:21). Ele não somente chamou e justificou os que foram predestinados (Rm.8:30), mas chamou alguns do Seu povo para serem seus representantes e supervisores da sua igreja, os seus ministros. 
Vemos isso quando na primeira carta de Paulo aos 1Coríntios 4.1, onde lemos: que os homens nos considerem como ministros de Cristo, e despenseiros dos mistérios de Deus. O termo Ministros do gr. Huperetes, remador inferior/ajudante de remador não é servo (diácono) nem escravo (doulos), é viver sob a ordem de um superior. Para esses ajudantes de remadores (Ministros) é uma glória servirem a igreja. 
O termo "gloria" em relação ao ministério, é repetido dez vezes em IICo 3.7-11. Isso porque os títulos pelos quais a palavra de Deus chama o ministro revelam está dignidade. Entre eles destacamos: anjo da igreja (AP.2:1), embaixador de cristo (IICo.5:20), defensor da fé (Fp.1:7b), Cooperador de Deus (I Co. 3:9), Homem de Deus (II Tm3:17). Porém isso não que dizer que estes têm o direito de usar a dignidade para ferir ou machucar os seus liderados porque eles são ovelhas do SENHOR. O obreiro do SENHOR é o maior INSTRUMENTO de bênçãos para a humanidade. Isso porque o ministro é SERVO do SENHOR que é o único caminho, desta feita o obreiro é um guia que tem o dever saber de onde veio e para onde vai e principalmente o que está fazendo aqui. Acima tudo ele deve lutar para que jamais a vaidade ou a soberba venha subi em sua cabeça. Muitos são as ovelhas quebradas, machucadas, doentes, marcadas e marcas profundas em sua alma. Tudo porque um homem errado está ocupando o lugar de outra pessoa com CHAMADA e VOCAÇÃO para o SANTO MINISTÉRIO. O que temos que ter em mente é que o ministério não é: Profissão ou emprego, (note o ex. do levita juízes 17:6-12; 18:4-18) um médico pode ser médico mesmo sem vocação para medicina, o obreiro sem vocação para o ministério é um desastre em todos os sentidos. O que faz um obreiro ser um autêntico ministro é primeiramente sua chamada divina, recebida de Deus. O preparo e cultura são indispensáveis, mas, vêm depois, fica em segundo plano, em relação à CHAMADA DIVINA. O ministro de Deus é um anjo que cuida das pessoas com todo zelo. Sabendo que de suas almas prestara conta ao SOBERANO e ETERNO SENHOR de nossas vidas. Oremos para que DEUS envie ministros comprometidos com sua santa palavra e com a chamada divina.
O MINISTÉRIO APOSTÓLICO DOS DIAS ATUAIS
O MINISTÉRIO APOSTÓLICO DOS DIAS ATUAIS
O MINISTÉRIO APOSTÓLICO
A historia Eclesiástica e a própria bíblia nos contam que os Apóstolos, como Matias, Paulo, Barnabé, Timóteo, Clemente de Roma, Inácio de Antioquia e Policarpo de Esmirna foram todos os sucessores dos doze Apóstolos, escolhidos através da imposição das mãos como estar escrito em 1Tm 4:10-14. “Se nos afadigamos e sofremos ultrajes, é porque pusemos a nossa esperança em Deus vivo, que é o Salvador de todos os homens, sobretudo dos fiéis. Seja este o objeto de tuas prescrições e dos teus ensinamentos. Ninguém te despreze por seres jovem. Ao contrário, torna-te modelo para os fiéis, no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na castidade. Enquanto eu não chegar, APLICA-TE à LEITURA, à exortação, ao ensino. Não negligencies o dom que está em ti e que te foi dado por PROFECIA, quando a assembleia dos ANCIÃOS te impôs as MÃOS.”  É fato que existia o colegiado Apostólico que exercia a transferência do dom ministerial do Apostolado revelado por profecia. MAS, necessário se fazia a imposição das mãos de outros APÓSTOLOS. Note que, em todo caso isso não era feito em qualquer pessoa porque era imprescindível que o candidato conhecesse e muito bem AS DOUTRINAS CRISTÃS ensinadas pelo MESTRE JESUS O CRISTO. Como ESTAR ESCRITO: Disse Pedro... Convém que destes homens que têm estado em nossa companhia todo o tempo em que o Senhor Jesus viveu entre nós, a começar do batismo de João até o dia em que do nosso meio foi arrebatado, um deles se torne conosco testemunha de sua Ressurreição. Propuseram dois: José, chamado Barsabás, que tinha por sobrenome Justo, e Matias. E oraram nestes termos: Ó Senhor, que conheces os corações de todos, mostra-nos qual destes dois escolheste para tomar neste ministério e apostolado o lugar de Judas que se transviou, para ir para o seu próprio lugar. “Deitaram sorte e caiu a sorte em Matias, que foi incorporado aos onze apóstolos.” Atos 1:20-26. 
PAULO o décimo terceiro APOSTOLO foi o primeiro a ESTUDAR a REVELAÇÃO do EVANGELHO CRISTÃO sem a presença pessoal do JESUS e dos doze. Vemos isso quando lemos que PAULO depois de revelado pelo próprio CRISTO em uma visão. Foi para o DESERTO da Arábia e depois para Damasco, para quem pensa em um simples passeio e bom lembrar que PAULO ficou três anos nessa região. A questão é por quê? Teria Paulo ficado pregando ou aprendendo sobre a revelação do evangelho cristão? PARA os que querem justificar sua ineficiência teológica diz que Paulo foi pregar. Sempre é bom questionar: Seria isso mesmo? Quem pensa assim se prende no mau entendimento dos versos de Gálatas 1:12 que diz: não RECEBI ou APRENDI de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo. PORÉM, de que Paulo estar falando? Do evangelho ou da autoridade em pregar aos gentios? Sim porque a nenhum outro Apostolo foi dado este ministério antes de Paulo. A coisa piora com o mau entendimento da firmação de Paulo: O EVAGELHO POR MIM anunciado não é segundo os homens. Entretanto, temos que mais uma vez questionar: ENTÃO O evangelho dos DOZE Apóstolos era segundo os homens? Estaria Paulo anunciando OUTRO EVANGELHO?
Não, claro que não! Na verdade e que muitos desconhecem os princípios de interpretação bíblica. Porque, quando Paulo fala que não recebeu de HOMEM algum ele estar falando da sua AUTORIDADE ao pregar o evangelho aos gentios. E quando fala que seu evangelho NÃO é segundo os homens estar falando da tradição judaica porque ele era FARISEU formado por GAMALIEL. Assim sendo, o que Paulo estava dizendo era que sua doutrina era a mesma dos doze APÓSTOLOS e não as doutrinas dos fariseus. Significa dizer que ele depois de se informar e estudar AS DOUTRINAS CRISTÃS procurou PEDRO em Jerusalém para sua avaliação final.
Este fato foi depois exigido pelo Apostolo Paulo nos escrito a Timóteo 2:2 que diz: E o que de mim, entre muitas testemunhas, APRENDESTE, TRANSMITE A HOMENS FIÉIS, que sejam idôneos para também ENSINAREM OS OUTROS. Para quem não sabe este é o mandamento para estudo TEOLÓGICO BÍBLICO. O chamado conceito bíblico teológico de seminário ou casa de profetas.
Sendo desta forma, podemos dizer que os APÓSTOLOS posteriores aos doze herdaram a mesma autoridade para proclamar o Evangelho e guardar o repositório da doutrina autêntica, após os apóstolos terem morrido, essa autoridade é transferida a homens fiéis e idôneos que deveriam ser aprovados COMO OBREIROS que não tem de que se envergonha e que MANEJA bem a PALAVRA da VERDADE. Tm2:2. O que implica em estudo bíblico teológico.
EM suma, o que a bíblia diz é que o ministério APOSTÓLICO, enquanto dom de serviço dado pelo Senhor Jesus (Ef.4:11-15), sempre existiu e existirá, a semelhança dos outros dons ministeriais citados por Paulo na passagem citada; profetas, evangelistas, pastores e mestres. O erro que se comete é confundir o dom ministerial de APOSTOLO com uma função hierárquica. Nesse ponto nasce a heresia porque quando se refere à AUTORIDADE HIERÁRQUICA o dom ministerial de APOSTOLO é inferior aos dons ministeriais de BISPO, PRESBÍTERO e PASTOR. Isso é reforçado pelas palavras do próprio FUNDADOR do cristianismo JESUS CRISTO que diz: QUALQUER QUE, ENTRE VÓS, QUISER SER O PRIMEIRO, SEJA O vosso SERVO. Mt.20:26-27. Não temos como fugir desta LEI estabelecida por JESUS, a lei CRISTÃ é bem clara quando afirma: AQUELE QUE QUISER, ENTRE VÓS, FIZER-SE GRANDE, QUE SEJA VOSSO CRIADO. Para aqueles que tentam e querem tirar esse verso do seu contexto estão caindo em grande pecado. Afinal, no texto citado o PRÓPRIO JESUS decreta: NÃO SERÁ ASSIM ENTRE VÓS; significa dizer que a hierarquia CRISTÃ É PRATICAMENTE nula no sentido usual da palavra autoridade HIERÁRQUICA porque só DEUS DOMINA sobre nós e sua PALAVRA estar acima de qualquer UNÇÃO ou TITULO RELIGIOSO. Nós os Apóstolos, Bispos, Pastores, Presbíteros E Obreiros na verdade somos meros Mordomos de JESUS O CRISTO que nos capacita a exercer suas vontades.
Quando Paulo, em efésios quatro se refere aos cinco dons ministeriais, ele não esta tratando de cargos hierárquicos na igreja de Cristo, mas de capacidades dadas pelo Senhor Jesus para aqueles que Ele chama para exercerem o ministério em Seu Nome. Assim sendo, a pretensão dos que dizem estar restaurando o ministério de APOSTOLO nas igrejas no sentido hierárquico e falso, pois tal dom MINISTERIAL sempre existiu e operou na vida daqueles que foram chamados pelo Senhor para o Seu MINISTÉRIO. Falso também é a construção de uma nova hierarquia religiosa constituída de: Apóstolos, Bispos, Pastores QUE querem inovar e mandar na igreja como se fosse DEUS ou o próprio JESUS O CRISTO.
Entendam-me bem e não me entenda mal, não estou afirmando que as pessoas que detenham estes títulos sejam falsas, mas que o uso destes títulos não encontra base legitima a luz do Novo Testamento como AUTORIDADE hierárquica maior ou menor entre os ministros evangélicos. LOGO, esta ostentação moderna do titulo de APOSTOLO por PESSOAS incapacitadas espiritual e TEOLOGICAMENTE serve mais para a promoção de vaidades pessoais do que qualquer outra coisa. PORQUE O APOSTOLO é na verdade um conselheiro que com base nos ensinos do MESTRE orienta o povo de DEUS a vivenciar a bíblia através do ensino, do exemplo e com poder e sinais do Espirito Santo. O próprio uso da palavra APOSTOLOS ou Pastor, no Novo Testamento, esta associada a uma função que é dever do lideres espirituais desempenharem em beneficio dos crentes, e não a um cargo hierárquico, sendo também um dos dons de ministérios dados por Cristo. Exemplificando: os Apóstolos Pedro e João que no sentido de ter sido REVELADOS pessoalmente por Jesus o Cristo e possuir o dom estabelecerem a igreja em todos os lugares se apresentam as igrejas como BISPOS. (1Pe.5:1-3; 2 e 3 João). No grego Bispo e EPISCOPOS que significa ADMINISTRADOR. Agora como alguém vai administrar a IGREJA se não consegue nem administrar sua vida e sua casa. Como ensinar algo que não se aprendeu? Como aconselhar e o que aconselhar e a questão. Hoje por falta de capacidades TEOLOGICAS vemos GRANDES HERESIAS criadas por pastores titulados e AUTO INTITULADOS  e pseudos apóstolos que deram a origem ao chamado misticismo evangélico baseado em revelações extra bíblicas que nada mais é que a tentativa desesperada de querer disfarçar suas deficiências TEOLÓGICAS ou a ganância por PODER e BENS MATÉRIAS. A bíblia nos adverte sobre isso dizendo: Quem aspira ao episcopado, saiba que está desejando uma função sublime. Porque o bispo tem o dever de ser irrepreensível, casado com uma só mulher, sóbrio, prudente, regrado no seu proceder, hospitaleiro, CAPAZ de ENSINAR. Não deve ser dado a bebidas, nem violento, mas condescendente, pacífico, desinteressado; deve saber governar bem a sua casa, educar os seus filhos na obediência e na castidade. Pois quem não sabe governar a sua própria casa, como terá cuidado da Igreja de Deus? Não pode ser um recém-convertido, para não acontecer que, ofuscado pela vaidade, venha a cair na mesma condenação que o demônio. Importa, outrossim, que goze de boa consideração por parte dos de fora, para que não se exponha ao desprezo e caia assim nas ciladas diabólicas. 1Tm3:1-7. Do mesmo modo, os diáconos sejam honestos, não de duas atitudes nem propensos ao excesso da bebida e ao espírito de lucro; (1Tm3:1-8).
Hoje sem duvida estamos vivendo tempos em que as pessoas são amantes de si mesmo e não amantes do único DEUS. Meu conselho a todos e que venham meditarem na palavra Deus e nela refletirem dia e noite.
Afinal, Sabemos que Jesus Cristo fundou, estabeleceu e continua a edificar sua igreja através dos tempos. Dentre os vários dons que Ele tem distribuído ao seu povo estão aqueles que se referem aos líderes da Igreja. Esses líderes são os ministros e obreiros da igreja, capacitados e chamados por Deus, bem como reconhecidos pela congregação, para sua função. 
Os ministros da Igreja têm a responsabilidade de guiar o povo de Deus através da liderança pelo exemplo, bem como através do ensinamento da Palavra e dos preceitos de Deus, que alimentam os cristãos espiritualmente. 
O MINISTÉRIO APOSTÓLICO DOS DIAS ATUAIS
O MINISTÉRIO APOSTÓLICO DOS DIAS ATUAIS

O Novo Testamento especificamente em Efésios 4:11 menciona cincos principais tipos de ministérios quando diz: Ele mesmo concedeu uns para APOSTOLOS, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres. No verso 12 PAULO completa dizendo; com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do serviço, para edificação do corpo de Cristo. Para terminar ele conclui dizendo: Até que todos cheguem à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a HOMEM perfeito, à medida da ESTATURA completa de Cristo, Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente. Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo. 
É evidente que as igrejas cristãs têm através dos séculos instituídos padrões diferentes de governo eclesiástico, divergindo quanto ao entendimento mais apropriado do modelo bíblico. Há muita divergência sobre o assunto no que se refere o ministério principalmente o APOSTÓLICO, alguns dizem que historicamente esse ministério terminou com a morte dos 12 apóstolos. Entretanto quando lemos com muita atenção o Novo Testamento vemos que o ministério apostólico vai além dos 12 primeiros apóstolos.
Temos que levar em consideração o fato que Paulo não fazia parte dos doze, porem era APÓSTOLO. Paulo viu a Jesus em uma visão e esse seria o motivo dele ser separado para o apostolado. Entretanto, o que dizer de Barnabé que juntamente com Paulo É chamado de apostolo em Atos 14:4 e Andrônico e Junias que foram considerados notáveis apóstolos. Rm16:7. Temos também Epafrodito que citado por Paulo como sendo apostolo aos Filipenses. Fl.2:25. E Timóteo que Paulo ao escrever aos Tessalonicenses defende seu apostolado. 1 Tss2:6.
Para os defensores dos 12 como únicos apóstolos, estes que acabamos de citar são na verdade apóstolos no sentido mais comum do termo grego APOSTOLLO como uma espécie de missionários ou emissários especiais. Para eles somente os 12 receberam o termo grego APOSTOLOS porque somente eles tinham capacidades especiais para ensinar o que ouviram e viram de Jesus. Entretanto, se é verdade o que dizer então dos evangelhos de Lucas, Marcos e a epistola de Judas. Afinal esses não eram apóstolos no sentido restrito da palavra grega APOSTOLOS a pesar de Judas ser o meio irmão de Jesus ele não fazia parte dos 12 primeiros apóstolos e Marcos e Lucas não participaram dos ensinamentos e nem viram a Jesus pessoalmente. Se a regra para se tornar Apostolo sugerida por alguns fosse lei, todos esses citados até Matias estaria de fora do APOSTOLADO cristão. Porque, segundo esses, a regra diz: 1- O apostolo tinha de ser testemunha ocular de Jesus. 2- O apostolo tinha de ter recebido sua comissão apostólica diretamente de Jesus.
Sabemos que Matias recebeu dos Apóstolos o seu ministério significa dizer, que quer queira quer não, foram os apóstolos que o consagraram ao ministério apostólico. Sendo desta forma, temos a prova que não só a consagração de Matias mais as consagrações de todos que citamos foi realizadas por um COLEGIADO APOSTÓLICO validando com eles as escrituras em Efésios 4:11 que descreve este ministério como um dom de Deus dado aos seus servos para o crescimento da igreja. Assim sendo, TEM valor nos dias de hoje assim como os demais dons...
ENTRETANTO, isso não significa que o DOM MINISTERIAL do APOSTOLADO deve ser ministrado por pessoas NEÓFITAS sem o mínimo de QUALIFICAÇÃO ESPIRITUAL e TEOLOGICA. O DESPREPARO teológico e espiritual de muitos PASTORES e até mesmo 'APOSTOLOS' é muito acentuado e gritante nos dias de hoje. Talvez porque eles priorizam DINHEIRO ao invés de ESPIRITUALIDADE e ESTUDO PROFUNDO das ESCRITURAS. O MAIOR absurdo é pastores que não sabem nem ler ou SI QUER entendem o que lêem e mesmo assim querem ensinar a BÍBLIA. E para disfarçar suas incapacidades criam aquilo que chamamos MISTICIMOS evangélico uma heresia que está invadindo as igrejas.
É lamentavel, mas, é fato, que as igrejas evangélicas estão sendo invadidas pelo misticismo religioso basta olharmos para o movimento neopentecostal com suas sessões de descarrego, fogueira santa, e outras possíveis cerimônias ritualísticas que leva os cristãos atuais a mergulharem no ocultismo. Os falsos apóstolos são na verdade mercenários da fé que comercializam sal do mar morto, areias do deserto da “terra santa”, batismo no rio Jordão, a ganância é tão grande que eles não se importam se almas vão ou não para o inferno. Os cristãos são guiados por experiências místicas e aguardam ansiosos por solução de seus problemas sem, no mínimo, confrontar tais experiências com as Sagradas Escrituras para verificar sua autenticidade. O ministério apostólico neste caso é usado para enriquecimento próprio. Esses como dizem as escrituras: os que se dizem apóstolos, mas, não são. Ap 2:2.
O apóstolo Paulo nos adverte dizendo: Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão. Milita com fé, toma da vida eterna, para qual foste chamado. I Timóteo 6:11-12.
Ao ministro eclesiástico Paulo mostra seus deveres dizendo:
Mando-te diante de Deus, que todas as coisas vivifica, e de Cristo Jesus, que diante de Pôncio Pilatos deu o testemunho de boa confissão, Que guardes este mandamento sem mácula e repreensão, até à aparição de nosso Senhor Jesus Cristo; A qual a seu tempo mostrará o bem-aventurado, e único poderoso SENHOR, Rei dos reis e Senhor dos senhores; Aquele que tem, ele só, a imortalidade, e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver, ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém. Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que abundantemente nos dá todas as coisas para delas gozarmos; Que façam bem, enriqueçam em boas obras, repartam de boa mente, e sejam comunicáveis; Que entesourem para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a vida eterna. 1Tm 6:13-19. E continua adverti-nos contra os falsos apóstolos quando diz: Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado, tendo horror aos clamores vãos e profanos e às oposições da falsamente chamada ciência, A qual, professando-a alguns, se desviaram da fé. A graça seja contigo. Amém!

CONTINUA...

SHALOM ADONAY

José Alfinyahu, Teólogo, Parapsicólogo, Psicanalista, Professor, Th.M em bíblia e Th.D em Teologia Sistemática.

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